Você pode ser um pescador
Para mais de dez milhões de brasileiros, além do camping, a pesca é um hobby ideal, pois em conjunto proporciona emoção, aventura, descarga de tensões e até o alimento. O homem utiliza nessa atividade conhecimentos acumulados desde a Idade da Pedra contra o nem sempre indefeso, tolo e fraco adversário - o peixe.Atualmente a pesca exerce uma enorme atração entre milhares de pessoas. Em nosso país, com extenso litoral e grandes bacias hidrográficas, não poderia ser diferente.

Muitos pescam em rios e lagoas; mas como no caso do campista que vai à
praia, muitos pescam no mar. Todo pescador tem seus truques e manhas a
respeito de pescarias.
Não há pescador que não se sinta conhecedor de algum segredo e, na
verdade, todos conhecem alguma coisa sobre o assunto.
Se o casting é ou não incluso nos Jogos Olímpicos, eis a preocupação do momento para os aficionados. O desejo imediato destes são equipamentos mais aperfeiçoados - um caniço mais leve e forte, uma linha mais fina e resistente, e uma carretilha ou molinete que arremesse mais longe - por existir um fato inegável: os peixes estão crescendo, como atestam os sucessivos recordes brasileiros.
E para o campista pescador? resta o improviso, suas técnicas aprendidas ao longo de muitas pescarias em conjunto com o prazer de unir duas coisas que ele mais gosta de fazer.

A maioria desses clientes são completamente "bolhas" (pescadores iniciantes para o carioca) e extremamente nervosos, porque vem a conselho de um médico ou amigo que recomenda a pesca como terapia de relax contra vidas monótonas ou ocupadas demais. Aí começa a questão sobre o que ele deve adquirir, de acordo com dois pontos: meio de locomoção e dinheiro.


" A pescaria vem sendo praticada por um número cada vez maior de pessoas, que procuram vencer a estafa e as neuroses da vida moderna".
A tendência do calouro é iniciar sempre com a linha mais grossa, o anzol maior e a vara mais longa. Quando principia a encontrar dificuldades, apela para os macetes utilizados com êxito pelo seu "vizinho" ou contados em rodas de chope.
"Para os apaixonados pela pesca, o fim de semana é sagrado. Uma barraca resolve o problema de alojamento, e os resultados da pescaria se transformam em saborosas refeições".
Caniço - Quem tem carro deve optar pelo inteiriço, mais resistente.
Molinete ou carretilha - Ambos servem para lançar e recolher a linha, com processos diferentes.
Linhas - Duzentos metros de linha branca neutra.
Chicote ou rabicha - Vem logo após a linha e serve para prender de dois a quatro anzóis, duplicando ou quadruplicando as chances.
Distorcedor - Pequeno aparelho de aço que se utiliza para evitar que a linha se enrole.
Chumbada - Usada para o arremesso do anzol e sua posterior fixação no lugar desejado.
Parada - Uma haste de aço junto ao anzol para evitar que o peixe corte a linha, mordendo-a.
Anzol - É o equipamento que maiores problemas de escolha oferece.
Com a experiência, o calouro modificará o anzol, fará seu
chicote, e os pesos variarão de conformidade com o local e seu estilo
de lançamento. E usará bóias para manter o anzol nas profundidades
preferidas pelas espécies em vista, atraías por iscas artificiais
e engodos inventados por ele próprio.
Então, a coisa se complica.
Já os de bambu ganham por seu menor peso, pelo preço e por serem mais fortes, mais rijos, desde que de alta qualidade.

Os cobras no assunto jamais escolhem caniços demasiado leves: são muito secos e frágeis e tem paredes finas. Usam óleo vegetal para conservá-los e descansos especiais para fincá-los na terra ou na areia, mesmo sabendo que o caniço em pé, sozinho, constitui "atração irresistível" para cobras e gambás, como já foi verificado, eles gostam de empoleirar-se neles.
Caniços de bambu e de fibra

O molinete tem nos franceses os principais defensores e fabricantes.
As artificiais são recomendadas para quando se procura um tipo especial de peixe ou na pesca embarcada, de corrico.
Começam com o tempo. Chuva não atrapalha, mas ressaca e vento prejudicam. A temperatura da água ideal é de 22 graus centígrados.
Para os peixes menores, usa-se o camarão, que deve ser descascado.
Equipamento pesado e sofisticado para profissionais

Você, no entanto, pode praticar sua pesca em movimento, bastando, para isso, a possibilidade de usar uma pequena embarcação. Num barco de alumínio ou fibra, ou mesmo um bote inflável equipado com pequeno motor de popa, pode passar horas agradáveis pescando.
Uma embarcação no corrico arrasta atrás de si pelo menos uma linha em cuja extremidade, submersa, existe a isca (o corrico).
As variações entre elementos de um corrico e os tipos de peixe variam muito, mas para englobar em resumo um equipamento razoável para qualquer um deles, use um arame (apara) número 24, linha 0,70 e anzol tamanho 15, tá de bom tamanho.
Obs.: No corrico, muitos não usam molinete nem vara, entendendo que foram feitos somente para arremesso, eles usam a linha de mão.
Carapicu - (Eucinostomus melanopterus) muito comuns. Costeiros, de estuários, lagoas salobras e ao longo de costões, praias e baias, sobre fundo de areia, cascalho ou lodo. Abundantes, formam grupos que ficam "farejando" o fundo em busca de invertebrados. A sua pesca é como a da Carapeba, porém mais abundantes.
Prateado em geral, mais escuro no dorso.
Outros nomes: Carapeba, Riscador.
Atinge 22 cm.

Carapeba - (Diapterus auratus) costeiros, de estuários, lagoas salobras e ao longo de costões, praias e baias, sobre fundo de areia, cascalho ou lodo. Abundantes, formam grupos que ficam "farejando" o fundo em busca de invertebrados. Cor prateada, mais escuro no dorso, anal e pélvicas amareladas. De gosto agradável e fáceis de pescar com material fino e camarão descascado.
Outros nomes: Carapeba -Branca, Caratinga.
Atinge 35 cm.

Cocoroca - (Pomadasys corvinaeformis) comuníssimas, especialmente em beira de praias, estuários, lagoas salobras, baías e canais. Cinza-prateado, mais escuro no dorso, estrias escuras longitudinais nos flancos, ventre brancacento. Embora de a carne seja agradável, seu tamanho e a quantidade de espinhos não a tornam das mais apreciadas. Capturados com arremessos e linhas de fundo, com camarão descascado.
Outros nomes: Corcoroca, Arrebenta-Panela, Roncador.
Atinge 25 cm.

Bagre - (Genidens genidens) são peixes de fundo de águas de areia ou lodo, especialmente de lagoas salobras, estuários, mangues, canais e baías. Cor escura dorsalmente, que vai empalidecendo progressivamente até o ventre claro.

Tainhas e Paratis - (Mugil liza) estes peixes apreciados e muito conhecidos são abundantes em nossas águas.
Tucunaré - (Cichla spp) Distribuição: bacias amazônica e Araguaia-Tocantins, mas foi
introduzido nos reservatórios da bacia do Prata, em algumas áreas do
Pantanal, no rio São Francisco e nos açudes do Nordeste.
Existem pelo menos 14 espécies de tucunarés na Amazônia.
A pesca de linha é hoje um esporte praticado religiosamente
por 30% de amadores que lutam por sua inclusão nos Jogos Olímpicos, no
chamado casting, arremesso ao longe do anzol.
Para tanto, apoiam-se numa indústria de bilhões de dólares, centenas
de revistas especializadas e pesquisas mundiais, que prevê a
existência de centenas de milhões de pescadores no mundo.
Se o casting é ou não incluso nos Jogos Olímpicos, eis a preocupação do momento para os aficionados. O desejo imediato destes são equipamentos mais aperfeiçoados - um caniço mais leve e forte, uma linha mais fina e resistente, e uma carretilha ou molinete que arremesse mais longe - por existir um fato inegável: os peixes estão crescendo, como atestam os sucessivos recordes brasileiros.
E para o campista pescador? resta o improviso, suas técnicas aprendidas ao longo de muitas pescarias em conjunto com o prazer de unir duas coisas que ele mais gosta de fazer.

A terapia na pesca
O leigo encara essa façanha como irrealizável para ele. Entretanto campeões mundiais, começaram com caniços simples, pequenos anzóis, um barranco de rio ou praia e peixes pesados em gramas. Porque se tornaram grandes pescadores ou campeões?
Por incrível que pareça, as emoções estão ligadas diretamente à
natureza do equipamento e ao peixe. Com um caniço de mão, simples, de
dois a quatro metros, conseguem-se espécimes de até 3 quilos.
Quando se trata de enchova ou pampo, a batalha entre o iniciante e
seu peixe chega a uma guerra de vida ou morte, por causa de dois
fatores: a inexperiência e a simplicidade da linha, do anzol e da
vara.
A questão do pescador e seu equipamento é também uma batalha travada em surdina por quem se inicia na arte de pescar e acaba noutra, a verbal, quando se trata de experts.

Porque a luta pelo mercado consumidor, por norte-americanos, franceses, alemães, noruegueses, japoneses e agora brasileiros, é tamanha que algumas lojas no Rio de Janeiro chega a ter em exposição cinco mil tipos diferentes de anzóis, cada um anunciado como para determinado peixe, tamanho, linha, vara, isca ou mesmo acessórios para pescadores míopes, que encontrem problemas em ligá-los à linha preferida.
A questão do pescador e seu equipamento é também uma batalha travada em surdina por quem se inicia na arte de pescar e acaba noutra, a verbal, quando se trata de experts.

Porque a luta pelo mercado consumidor, por norte-americanos, franceses, alemães, noruegueses, japoneses e agora brasileiros, é tamanha que algumas lojas no Rio de Janeiro chega a ter em exposição cinco mil tipos diferentes de anzóis, cada um anunciado como para determinado peixe, tamanho, linha, vara, isca ou mesmo acessórios para pescadores míopes, que encontrem problemas em ligá-los à linha preferida.
A maioria desses clientes são completamente "bolhas" (pescadores iniciantes para o carioca) e extremamente nervosos, porque vem a conselho de um médico ou amigo que recomenda a pesca como terapia de relax contra vidas monótonas ou ocupadas demais. Aí começa a questão sobre o que ele deve adquirir, de acordo com dois pontos: meio de locomoção e dinheiro.
A mulher a favor
Ambos, defendidos ou atacados pelos aficionados de um e outro, serviram para acabar com um "fantasma": a esposa sempre inimiga dos peixes, escamosos e difíceis de limpar. Hoje, ela sabe quanto importa para o orgulho do pescador preparar todas as peças que apanha, mesmo as pequeninas e com muitas espinhas. Assim, a esposa aderiu ao esporte, o que modificou os hábitos do fim de semana em milhões de lares.

" A pescaria vem sendo praticada por um número cada vez maior de pessoas, que procuram vencer a estafa e as neuroses da vida moderna".
A tendência do calouro é iniciar sempre com a linha mais grossa, o anzol maior e a vara mais longa. Quando principia a encontrar dificuldades, apela para os macetes utilizados com êxito pelo seu "vizinho" ou contados em rodas de chope.
Termina, em geral, num equipamento básico moderno que tanto recolhe
bagre de arrebentação quantos dourados de rio e até tubarões.
"Para os apaixonados pela pesca, o fim de semana é sagrado. Uma barraca resolve o problema de alojamento, e os resultados da pescaria se transformam em saborosas refeições".
Pescador bem aparelhado
Um equipamento funcional para um iniciante, a um custo acessível, seria o seguinte:
Caniço - Quem tem carro deve optar pelo inteiriço, mais resistente.
O de fiberglass e o de bambu variam muito de preço, em
relação com a qualidade e o acabamento, mas o de bambu custa a metade
do artificial.
O tamanho deve variar entre três e quatro metros.
Molinete ou carretilha - Ambos servem para lançar e recolher a linha, com processos diferentes.
No primeiro, o carretel é
fixo, no outro, gira em torno de um eixo perpendicular à vara.
O
aprendizado com molinete é mais fácil, não indo além de 15 minutos,
mas a carretilha permite trazer maior peso.
Varia o custo conforme a
procedência e o modelo, que no equipamento padrão deve ser para 200
metros de linha.
Linhas - Duzentos metros de linha branca neutra.
Pode-se
mais tarde, optar pelas de diferentes cores e as ditas
camufladas, que se modificam conforme a cor da água.
A grossura será
50 ou 40, se a pesca for em rio ou praia. De 60 a 100, no caso dos
costões, por causa das pedras.
Chicote ou rabicha - Vem logo após a linha e serve para prender de dois a quatro anzóis, duplicando ou quadruplicando as chances.
Distorcedor - Pequeno aparelho de aço que se utiliza para evitar que a linha se enrole.
Chumbada - Usada para o arremesso do anzol e sua posterior fixação no lugar desejado.
Os tipos mais empregados são o de
pirâmide e o de carambola (agarram melhor na areia), seu peso varia
dependendo da correnteza.
Por isso, é aconselhável levar dois
exemplares dos tipos 2 ou 3 (90 e 100 gramas) para condições normais;
se a linha se desvia pelas correntes, usa-se o 4 ou 5 (120 ou 150
gramas). Usa-se a chumbada com grampos especiais.
Parada - Uma haste de aço junto ao anzol para evitar que o peixe corte a linha, mordendo-a.
De acordo com o tamanho do peixe e o local,
usam-se as de 60 ou de 80 milímetros.
Anzol - É o equipamento que maiores problemas de escolha oferece.
Basicamente, utilizam-se os seguintes, em praias: a
meia-água, anzol de dois a três centímetros, com os quais se pegam
papa-terra, pampo, marimbá ou jaconé; na espuma, anzóis de um a um
centímetro e meio, para o bagre, o papa-terra e o galhudo.
Se o peixe
pretendido for do tipo brigão (enchova ou dourado de mar e rio),
apela-se pela garatéia - anzol tríplice, que prende bem a isca natural
e fisga melhor o peixe.
Escolha seu kit
Kit de pesca com vara, molinete, maleta, linha, anzóis e iscas
Escolhemos como exemplo um kit de pesca completo para o iniciante
e/ou experiente, se tratando no caso de acampamentos em que o volume
do equipamento é importante e a quantidade de materiais estão na
medida certa (para o pescador mais experiente, esse kit pode ser um
bom complemento).
Porém, o mais importante é o preço acessível, que não se equipara
a outros kits que chegam a absurdos R$2.500/R$4.000 ou
mais.
O Kit Contêm: vara Mamba fibra, 1,40m, 3-6lbs, ação
média, passadores reforçados; Molinete Star 3 rolamentos; 40
anzóis Maruseigo Nickelados nº 06, 12, 16, 22; chumbos 1,5gr,
4,5gr, 8,5gr, 18gr; bóias nº 2, 3, 5; 100 Mts linha monofilamento
0,30mm; 2 giradores; estojo 15 compartimentos; maleta bandeja
removível 36x16,8x12cm; Iscas silicone Shad Tail, Twin Tail Grub,
Mag Grub; sinete alarme de espera; suporte para varas;
chuveirinhos linha multi 5 anzóis nº 4; tesoura; boia Torpedo
Pirapitinga; alicate de bico corte 14cm; 3 anzóis Jig Head 2/0
7gr; 4 miçangas 0,4mm; balancim 2 pernadas anzol Chinu 7.
Aqui, um equipamento mais completo

Aqui, um equipamento mais completo

O anzol
Então, a coisa se complica.
No começo, a pesca é encarada como questão de sorte, apesar de haver
uma probabilidade em 99 de um calouro pescar bem, na primeira vez.
Quando os peixes aparecem, o ex-bolha aposta rodadas de cerveja para
premiar quem pega mais.
Quando ele se depara com veteranos, faz-se necessário aquele "algo mais" só alcançado com o conhecimento pormenorizado e perfeito do equipamento, dos macetes "das manias dos peixes" e dos melhoramentos surgidos. Isto, porque às vezes é preciso improvisar e criar.
Quando ele se depara com veteranos, faz-se necessário aquele "algo mais" só alcançado com o conhecimento pormenorizado e perfeito do equipamento, dos macetes "das manias dos peixes" e dos melhoramentos surgidos. Isto, porque às vezes é preciso improvisar e criar.
O anzol de ontem e hoje
Enquanto o anzol ganhava ao passar dos anos aperfeiçoamento de
materiais - bronze e ferro- no mundo civilizado (nossos aborígines
ainda utilizavam anzóis de osso e pau-ferro), o processo de
lançar a isca permanecia imutável: varas comuns ou de bambu e linha
segura com uma das mãos e lançada com movimentos giratórios feitos
pela outra mão.
As iscas, salvo quanto os chineses, eram pedaços de
peixe e guloseimas.
Até o século XIV, a pesca permanecia a mesma dos últimos 2.500 anos, e então tornou-se esporte na Europa, quando em 1496 foi lançado o primeiro manual do gênero em todo o mundo.
Até o século XIV, a pesca permanecia a mesma dos últimos 2.500 anos, e então tornou-se esporte na Europa, quando em 1496 foi lançado o primeiro manual do gênero em todo o mundo.
De seus 12 princípios, seis
ainda são usados como métodos: pesca por isca em banho, isca
artificial em forma de insetos, em forma de peixe, objetos brilhantes
e a chamada linha de varejo (enrolada num pau ou numa garrafa).
Em 1726, existiam 60 patentes de artigos de pesca (linha e anzol).
Em 1726, existiam 60 patentes de artigos de pesca (linha e anzol).
A
indústria chegou a Irlanda e aos Estados Unidos no século XVIII,
ocasião em que apareceram pela primeira vez a vara artificial e o
carretel, que viriam revolucionar a pesca recreativa e
esportiva.
Hoje existe uma variedade quase infinita de tipos de anzóis, e chumbadas para todos os gostos.

Hoje existe uma variedade quase infinita de tipos de anzóis, e chumbadas para todos os gostos.

O segredo do bom caniço
Não se sabe quem fez, em 1847, o primeiro caniço artificial, formado
de várias tiras de bambu e aperfeiçoado após a II Guerra Mundial com
materiais sintéticos em fibra de vidro (fiberglass) deu novo impulso à
pesca, por sua durabilidade, mas não se pode afirmar que seja o
melhor.
Exceto em alto-mar, onde ganham em qualidade com suas
montagens especiais.
Já os de bambu ganham por seu menor peso, pelo preço e por serem mais fortes, mais rijos, desde que de alta qualidade.
Os de gomos curtos
apresentam maior resistência.
Quanto aos arremessos, são,
teoricamente, quanto maiores melhores. Na prática, os compridos se
prejudicam pelo maior peso. Há um segredo em relação ao bom caniço de
bambu: deve ser colhido em época e lua certas. Do contrário não
servem.
Caniços na praia com descansos

Os cobras no assunto jamais escolhem caniços demasiado leves: são muito secos e frágeis e tem paredes finas. Usam óleo vegetal para conservá-los e descansos especiais para fincá-los na terra ou na areia, mesmo sabendo que o caniço em pé, sozinho, constitui "atração irresistível" para cobras e gambás, como já foi verificado, eles gostam de empoleirar-se neles.
Caniços de bambu e de fibra

Molinete x carretilha
Tanto o molinete quanto a carretilha servem para buscar o peixe no meio do rio ou lago, assim como para vencer a arrebentação da praia e trazer grandes lutadores das profundidades.O aperfeiçoamento da
carretilha cuja principal característica é seu carretel estar
perpendicular à vara e girar sobre seu eixo, lhe dá a vantagem para
pesca em alto-mar, graças a sua grande força, mas o aprendiz encontra
dificuldade em lançamentos, ocasionando o engasgue da linha, que se
enrola formando a "cabeleira".
O molinete tem nos franceses os principais defensores e fabricantes.
É o preferido pelos brasileiros, que competem no mercado internacional
com alguns modelos.
O molinete tem o carretel fixo, não oferecendo
resistência e embaraço à linha.
Entre a carretilha e o molinete, o
campeão sul-americano é um molinete argentino, Escualo, recordista com
lançamento de 192 metros.


Iscas artificiais e anzóis são de fato verdadeiras jóias,
principalmente os fabricados na Noruega e no Japão. Os anzóis-padrões
podem ir de cinco centímetros para alto-mar até cinco milímetros para
pesca de lambaris em córrego e lagos ou no mar para paratis.


Escolha o seu Molinete
Molinete Marine Sports Elite 6000 Fricção Dianteira 3rol;
Molinete Elite 4000 Fricção Dianteira Marine Sports; Molinete Para
Pesca Shimano Ix 4000r Rec 4.1:1 Grafite; Molinete Para Pesca
Laguna 4000 5 Rolamentos Marine Sports.
Escolha sua Carretilha
Carretilha Marine Sports Ventura Vt-10; Carretilha Shimano
Casitas 150 Hg (manivela direita); Carretilha Marine Sports
Caster 400l (manivela esquerda); Carretilha 0.35-200 Ms Direita
Magna500 Marine Sports.
Iscas artificiais e anzóis
O tamanho
varia com o dos peixes e as características variam com o gosto do
pescador, que pode escolher cerca de 200 anzóis diferentes para
somente dez qualidades: tortos para dentro; tortos para fora; cabo
longo, curto, grosso, fino; buraco fino, largo, comprido, curto,
etc.
Alguns gostam dos escuros e outros dos claros (cromados).
As iscas artificiais são os anzóis disfarçados de peixes (plugs), camarões, gafanhotos, rãs, algas coloridas, minhocas (jigs), mosquitos ou moscas: colheres de brilho intenso.
As iscas artificiais são os anzóis disfarçados de peixes (plugs), camarões, gafanhotos, rãs, algas coloridas, minhocas (jigs), mosquitos ou moscas: colheres de brilho intenso.
Algumas tem pequenas hélices
que giram quando elas são rebocadas em alto-mar, e suas cabeças
imitando peixes atraem os gigantes das profundidades, como grandes
peixes de bico, fisgados com auxílio de linhas de aço para aguentar a
luta de horas.
Lançadas essas iscas nos rios, a correnteza faz o papel
de "corrico" e espécimes como os dourados são ludibriados.

Eis um dilema do pescador: iscas naturais ou artificiais. Lembrando que grande parte da eficiência de uma isca está no disfarce da linha de nylon, nas quais as cores escuras se usam em águas escuras e as claras em águas claras, as camufladas de várias cores servindo para locais diversos, sem contar com o cheiro que é importantíssimo.

Eis um dilema do pescador: iscas naturais ou artificiais. Lembrando que grande parte da eficiência de uma isca está no disfarce da linha de nylon, nas quais as cores escuras se usam em águas escuras e as claras em águas claras, as camufladas de várias cores servindo para locais diversos, sem contar com o cheiro que é importantíssimo.
As artificiais são recomendadas para quando se procura um tipo especial de peixe ou na pesca embarcada, de corrico.
Quando se busca
uma presa específica, utiliza-se sua isca preferida, que deve ser
presa com cuidado e arte para disfarçar o anzol.
Atualmente, para
pesca em rio, estão em voga as minhocas gigantes (minhocuçus) que
cobrem tanto o anzol quanto a parada, e realmente funcionam.

A falta de uma isca adequada não quer dizer que o peixe não morda. Não é história de pescador, eu mesmo peguei um robalo no rio com pedacinho de sardinha em lata que sobrou de um sanduíche!
O que importa para os experts são os macetes.

A falta de uma isca adequada não quer dizer que o peixe não morda. Não é história de pescador, eu mesmo peguei um robalo no rio com pedacinho de sardinha em lata que sobrou de um sanduíche!
O que importa para os experts são os macetes.
Começam com o tempo. Chuva não atrapalha, mas ressaca e vento prejudicam. A temperatura da água ideal é de 22 graus centígrados.
Abaixo de 18 isca só de camarão. As marés são importantes em praias e
costões, pois, duas horas após a cheia, os peixes encostam, buscando
algas espalhadas.
Barulho fora da água não prejudica, mas luz à noite
(dependendo do peixe), querosene ou óleo na linha e cigarros na água
acabam com a pescaria.
Iscas Preparação
Na pesca de alto mar existe iscas clássicas, como a lula, que atuam bem pelo cheiro.Toda isca que viaja a pescarias distantes necessita
de gelo e preparação. Na pesca litorânea temos uma vantagem de
dispensar essa preparação.
Usamos normalmente a sardinha, cavalinha, camarão e a própria lula.
Usamos normalmente a sardinha, cavalinha, camarão e a própria lula.
Pode-se comprar uma sardinha ou outro peixe e, a partir da cabeça,
corta-se um "filé" de cada lado. Feito isso, recortamos o filé em
pedaços menores, proporcionais ao tamanho do anzol.
É importante que o pedaço de isca contenha o pedaço da pele do peixe correspondente.
É importante que o pedaço de isca contenha o pedaço da pele do peixe correspondente.
É a pele que dá firmeza à isca e que a mantém firme no
anzol. Isca sem a pele desmancha-se rapidamente ou se desprende
com facilidade.
Para os peixes menores, usa-se o camarão, que deve ser descascado.
O
cheiro da isca é também um grande chamariz, e a experiência ensina que
o camarão descascado possui, para o peixe, um cheiro mais
atraente.
A lula é aceita incondicionalmente por todos os peixes do mar.
A lula é aceita incondicionalmente por todos os peixes do mar.
Entretanto, não é uma isca que você possa obter para o seu próprio
uso, como o camarão, por exemplo.


Pesca de corrico
Para a pesca em movimento (ou corrico) é necessário, antes de mais nada, estar a bordo de alguma embarcação. Alguns praticam esse tipo de pescaria a bordo de poderosas lanchas apropriadas e equipadas para o evento, que vão além da plataforma continental em busca do marlim e sailfish (os chamados "peixes de bico") e grandes atuns.
Essa modalidade, sofisticada e esportiva, é geralmente muito cara,
como o aluguel desses barcos, equipamentos de última geração, material
pesado e pessoal treinado, além de a maioria fazer parte de torneios
nacionais e internacionais de pesca.
Então, não está ao alcance de
todos.
Equipamento pesado e sofisticado para profissionais

Você, no entanto, pode praticar sua pesca em movimento, bastando, para isso, a possibilidade de usar uma pequena embarcação. Num barco de alumínio ou fibra, ou mesmo um bote inflável equipado com pequeno motor de popa, pode passar horas agradáveis pescando.
Uma embarcação no corrico arrasta atrás de si pelo menos uma linha em cuja extremidade, submersa, existe a isca (o corrico).
Ele é um anzol disfarçado (isca artificial), precedido por um pedaço
de arame que, por sua vez, está acoplado à linha de pesca.
Nesse tipo de pescaria podemos obter peixes como a enchova, bonito, serra, xarelete, guaivira, dourado, e tantos outros..
Os elementos que compõe um corrico variam de dimensões, de acordo com o peixe que procuramos. Pessoalmente, acho muito improvável um campista pescador ficar a procura de determinado peixe, o negócio é jogar um tipo de anzol e esperar o que vem.
Com o tempo e técnicas, você saberá o material certo, como aquela isca "matadora" que pega tudo!

Os peixes de corrida costumam atacar violentamente qualquer peixe que lhes passar pela frente.
Nesse tipo de pescaria podemos obter peixes como a enchova, bonito, serra, xarelete, guaivira, dourado, e tantos outros..
Os elementos que compõe um corrico variam de dimensões, de acordo com o peixe que procuramos. Pessoalmente, acho muito improvável um campista pescador ficar a procura de determinado peixe, o negócio é jogar um tipo de anzol e esperar o que vem.
Com o tempo e técnicas, você saberá o material certo, como aquela isca "matadora" que pega tudo!

Os peixes de corrida costumam atacar violentamente qualquer peixe que lhes passar pela frente.
Ao contrário dos peixes de fundo, que são
atraídos pelo cheiro da isca, os peixes de corrida são atraídos pelo
movimento e pela corrida de outros peixes menores.
A forma da isca não é bem identificada pelo peixe que ataca.
A forma da isca não é bem identificada pelo peixe que ataca.
O que
lhe chama a atenção é o deslocamento na água. Por isso, é bom variar
os tipos e variedades, até chegar a um tipo que "dá certo!" em quase
todos os tipos de peixe.
As variações entre elementos de um corrico e os tipos de peixe variam muito, mas para englobar em resumo um equipamento razoável para qualquer um deles, use um arame (apara) número 24, linha 0,70 e anzol tamanho 15, tá de bom tamanho.
Obs.: No corrico, muitos não usam molinete nem vara, entendendo que foram feitos somente para arremesso, eles usam a linha de mão.
Mas no caso de pegar peixes grandes, a todo momento, pode chegar a
ferir a mão!, então eu particularmente uso uma boa vara.


A hora
Geralmente o peixe predador se alimenta de outros peixes menores, que vivem em cardumes por trás da arrebentação. Os cardumes podem ser identificados pela sombra ou pelo grande número de gaivotas que sobre elas mergulham. É sobre os cardumes, e alimentando-se deles, que o predador está. Com o sol muito forte o cardume mergulha.
Para o corrico é necessário que o peixe permaneça a meia água. Por
isso, de preferência, devemos corricar em horas de sol brando: das 5
às 9 h da manhã ou das 4 da tarde até o início do anoitecer. Mas isso
não impede de corricar ao meio-dia. No mar há peixes a toda hora. No
entanto, o entardecer é uma hora imbatível.
Peixes mais comuns no nosso litoral
Estes são alguns dos peixes que provavelmente você encontrará ao iniciar-se na pesca, seja na praia, costões, etc.:
Carapicu - (Eucinostomus melanopterus) muito comuns. Costeiros, de estuários, lagoas salobras e ao longo de costões, praias e baias, sobre fundo de areia, cascalho ou lodo. Abundantes, formam grupos que ficam "farejando" o fundo em busca de invertebrados. A sua pesca é como a da Carapeba, porém mais abundantes.
Prateado em geral, mais escuro no dorso.
Outros nomes: Carapeba, Riscador.
Atinge 22 cm.

Carapeba - (Diapterus auratus) costeiros, de estuários, lagoas salobras e ao longo de costões, praias e baias, sobre fundo de areia, cascalho ou lodo. Abundantes, formam grupos que ficam "farejando" o fundo em busca de invertebrados. Cor prateada, mais escuro no dorso, anal e pélvicas amareladas. De gosto agradável e fáceis de pescar com material fino e camarão descascado.
Outros nomes: Carapeba -Branca, Caratinga.
Atinge 35 cm.

Cocoroca - (Pomadasys corvinaeformis) comuníssimas, especialmente em beira de praias, estuários, lagoas salobras, baías e canais. Cinza-prateado, mais escuro no dorso, estrias escuras longitudinais nos flancos, ventre brancacento. Embora de a carne seja agradável, seu tamanho e a quantidade de espinhos não a tornam das mais apreciadas. Capturados com arremessos e linhas de fundo, com camarão descascado.
Outros nomes: Corcoroca, Arrebenta-Panela, Roncador.
Atinge 25 cm.

Bagre - (Genidens genidens) são peixes de fundo de águas de areia ou lodo, especialmente de lagoas salobras, estuários, mangues, canais e baías. Cor escura dorsalmente, que vai empalidecendo progressivamente até o ventre claro.
Sem muita importância, por seu reduzido tamanho, a não ser ter
paciência para fazer muitos filés.
É uma praga para o pescador,
especialmente os jovens, que quando não roubam a isca são tantos que
são raros outros peixes mordam o anzol. "Cuidado com os espinhos da
peitoral e dorsal".
Outros nomes: Bagre-de-Areia, Bagrinho.
Atinge 35 cm.

Michole - (Diplectrum formosum) em fundos de areia/ cascalho próximos a costões, parcéis, recifes, praias, etc. Para o mergulhador são uma atração diferente, encarando-o de frente.
Outros nomes: Bagre-de-Areia, Bagrinho.
Atinge 35 cm.

Michole - (Diplectrum formosum) em fundos de areia/ cascalho próximos a costões, parcéis, recifes, praias, etc. Para o mergulhador são uma atração diferente, encarando-o de frente.
Cor variável de cinza-claro a marrom, com faixas escuras
verticais chegando ao ventre branco; linhas azuis e
amarelo-alaranjadas, horizontais sobre o dorso.
Gosto excelente, a
despeito do tamanho.
Pesca com material leve e até em corrico de
meia-água, podem ser capturados inclusive indivíduos pequenos, com não
mais de 10 cm.
Outros nomes: Canguito, Jacundá, Margarida, Michole-de-Areia.
Atinge 35 cm.

Agulha - (Strongylura marina) costeiros, podem até penetrar rios.
Outros nomes: Canguito, Jacundá, Margarida, Michole-de-Areia.
Atinge 35 cm.

Agulha - (Strongylura marina) costeiros, podem até penetrar rios.
Comuns perto de ilhas e
recifes.
Muito rápidos, agressivos, dão saltos quando perseguindo ou
sendo perseguidos, atirando-se fora da água; à noite são atraídos por
luzes, quando não podem ser pescados com facilidade mas também se
tornam um perigo real, pois podem pular da água e literalmente
perfurar o corpo humano graças a sua forma e força de impulso.
Corpo
alongado, estreito, subcilíndrico.
Prateado, o dorso mais escuro,
geralmente verde. Importante em várias regiões, mas em função dos
ossos verdes é às vezes rejeitado.
Pesca muito emocionante, pela luta
e saltos oferecidos, atraídos com iscas artificiais e peixes pequenos.
Sabor excelente, mas há regiões em que a carne é tóxica em função da
"ciguatera" (envenenamento dos peixes por toxina bioacumulada).
Outros nomes: Agulhão, Carapiá, Peixe-Agulha.
Atinge 50 cm.

Pampo - (Trachinotus carolinus) costeiros, de estuários a praias abertas, em fundos de areia e cascalho.
Outros nomes: Agulhão, Carapiá, Peixe-Agulha.
Atinge 50 cm.

Pampo - (Trachinotus carolinus) costeiros, de estuários a praias abertas, em fundos de areia e cascalho.
Prateado, o dorso cinza-azulado a esverdeado; ventre branco
a amarelo dourado.
Sua carne é branca e firme, tida como uma das
melhores.
Ao pescador amador reserva momentos de grande luta e
habilidade.
A melhor técnica, em águas claras, consta em lançar a isca
(caranguejo, tatuí) bem à sua frente; em praias, o arremesso é a
melhor forma, mas a isca, se morta, deve ser mantida em movimento,
através de puxões na linha.
Pescando na maré enchente o resultado
costuma ser melhor. Corricar não é incomum, acompanhando a maré. Como
sua boca é macia, a fisgada é fácil, mas encastoados podem
arrebentá-la, perdendo o peixe.
Outros nomes: Palombeta.
Atinge 65 cm e 3,5 kg.

Sargo - (Anisotremus surinamensis) costeiros, entre 1-30 metros, sobre fundos de pedras ou corais, costões, ilhas e parcéis.
Outros nomes: Palombeta.
Atinge 65 cm e 3,5 kg.

Sargo - (Anisotremus surinamensis) costeiros, entre 1-30 metros, sobre fundos de pedras ou corais, costões, ilhas e parcéis.
Comuns, passam a maior parte do dia
em frestas, tocas e sob lajes, são muito ativos à noite.
Cinza-prateado, mais escuro na região anterior, região anal
brancacenta.
Sua carne é muito apreciada em algumas áreas, pouco em
outras.
Com varas de linha de fundo, iscas de camarão, sardinha ou um
punhado de mexilhões são recomendados; oferece resistência,
especialmente com material leve, em arremesso de costão, onde a
habilidade do pescador é posta à prova, pois busca se refugiar em
tocas.
Outros nomes: Beiçudo, Pirambu, Salema-Açu, Sargo-de-Beiço, Pargo Negro.
Atinge até 80 cm e 10 kg, geralmente 60 cm e 5 kg.

Pargo - (Pagrus pagrus) em fundos rochosos, coralinos e de cascalho desde a costa à borda da plataforma continental.
Outros nomes: Beiçudo, Pirambu, Salema-Açu, Sargo-de-Beiço, Pargo Negro.
Atinge até 80 cm e 10 kg, geralmente 60 cm e 5 kg.

Pargo - (Pagrus pagrus) em fundos rochosos, coralinos e de cascalho desde a costa à borda da plataforma continental.
Muito comum, gregário, exceto quando
adultos, formam grandes cardumes.
Cor geral rósea, mais escura no
dorso e mais pálida no ventre.
Carne excelente. Mordem facilmente e
sua pesca em águas rasas pode emocionar pela resistência
oferecida.
Outros nomes: Pargo-Amarelo, Pargo-Rosa.
Atinge até cerca de 90 cm.

Olho-de-Cão - (Priacanthus arenatus) em fundos rochosos e coralinos, até 150 metros de profundidade, mais comuns entre 5 e 25, solitários ou em pequenos grupos.
Outros nomes: Pargo-Amarelo, Pargo-Rosa.
Atinge até cerca de 90 cm.

Olho-de-Cão - (Priacanthus arenatus) em fundos rochosos e coralinos, até 150 metros de profundidade, mais comuns entre 5 e 25, solitários ou em pequenos grupos.
São mais ativos à noite.
Eventualmente formam cardumes de até
100 indivíduos.
Não temem o mergulhador, deixando-o se aproximar e
chegando a aceitar alimento de suas mãos, mas também sendo presa fácil
na caça submarina.
Vermelho a rosado, com reflexos dourados.
Sendo
muito apreciado por seu sabor excelente, considerado como o mais
saboroso dos peixes por muitos pescadores.
A pesca não tem muito
interesse, exceto pelo prazer de capturar peixe tão saboroso e
realizada em locais de costão, ao redor de 25 metros, usando sardinha,
camarão ou lula como isca; usualmente onde se fisga um peixe outros
também são capturados.
Outros nomes: Imperador, Olho-de-Boi, Toró, Olho-de-Vidro.
Atinge 40 cm.

Marimbá - (Diplodus argenteus) costeiros, sobre fundos de rochas, corais e cascalho, entre 0-50 metros, da costa a ilhas oceânicas, preferindo águas claras e batidas.
Outros nomes: Imperador, Olho-de-Boi, Toró, Olho-de-Vidro.
Atinge 40 cm.

Marimbá - (Diplodus argenteus) costeiros, sobre fundos de rochas, corais e cascalho, entre 0-50 metros, da costa a ilhas oceânicas, preferindo águas claras e batidas.
Os jovens são comuns ao longo de praias, mangues e bancos de algas, os
adultos mais frequentes junto ao costão.
Extremamente comuns, são a
única espécie da família realmente confiada e que se aproxima do
mergulhador com facilidade, comendo de sua mão.
Prateado, com dorso
mais escuro e uma grande mancha, redonda e negra, na base da cauda.
Carne considerada boa para alguns, sem gosto para outros.
Para o
pescador amador a pesca pode ser muito interessante: os pequenos
exigem habilidade por sua boca pequena, os médios e grandes oferecem
muita disposição em lutar, dando a impressão de peixes maiores do que
são. Isca? Qualquer uma, mas preferem camarões descascados; capturados
com linha de fundo, varas, arremessos de costão.
Outros nomes: Chinelão, Maria-Chinelo, Pargo-Branco, Pinta-no-Rabo,
Sargo.
Atinge até cerca de 45 cm.

Vermelho-Caranha - (Lutjanus analis) costeiros, junto a recifes, corais, costões, parcéis e ilhas, os maiores em águas mais fundas.
Atinge até cerca de 45 cm.

Vermelho-Caranha - (Lutjanus analis) costeiros, junto a recifes, corais, costões, parcéis e ilhas, os maiores em águas mais fundas.
Jovens mais
comuns em beira de praia, entre algas e pedras, junto a "piers" e em
estuários.
Oliváceo no dorso, avermelhado nos flancos, com muitas
áreas avermelhadas ou rosadas, mancha escura do tamanho do olho perto
da dorsal.
Considerado uma das delícias do mar, tem carne firme e
branca, ossos e cabeça ótimos para pirão e a carne das bochechas é
tida como um manjar.
A pesca esportiva é fácil, o peixe mordendo mesmo
de dia, camarões e caranguejos, mesmo mortos, a poucos centímetros do
fundo e "batendo" lentamente; os grandões podem ser fisgados até com
isca artificial, mesmo na superfície, atraídos pelo movimento de
corrico lento.
Silêncio e paciência são essenciais, o peixe é tímido,
mas uma vez ferrado a briga é boa e o resultado final, na panela, é
fantástico!
Outros nomes: Ariocó, Caranha, Cioba, Vermelho-Cioba.
Atinge 80 cm, 11 kg.

Peixe-Galo - (Selene setapinnis) formam cardumes, por vezes numerosos, em águas costeiras e rasas, tanto na superfície (mais jovens) como no fundo e na meia-água.
Outros nomes: Ariocó, Caranha, Cioba, Vermelho-Cioba.
Atinge 80 cm, 11 kg.

Peixe-Galo - (Selene setapinnis) formam cardumes, por vezes numerosos, em águas costeiras e rasas, tanto na superfície (mais jovens) como no fundo e na meia-água.
São
comuns em baías, ao longo de praias.
Prateado em geral, com dorso
cinza.
Carne considerada excelente.
A pesca esportiva pode ser
interessante com material muito fino, molinete e isca artificial
(mosca), lançada na superfície e recolhida com velocidade moderada, em
águas calmas como junto a piers protegidos. Aceita também o
camarão.
Outros nomes: Galo-Branco, Galinho, Doutor.
Atinge até 40 cm.

Garoupa - (Epinephelus guaza) a mais comum do Sudeste do Brasil, em fundos rochosos de 0-50 metros e canais de estuários, piers e junto a pedras em lagoas salobras.
Outros nomes: Galo-Branco, Galinho, Doutor.
Atinge até 40 cm.

Garoupa - (Epinephelus guaza) a mais comum do Sudeste do Brasil, em fundos rochosos de 0-50 metros e canais de estuários, piers e junto a pedras em lagoas salobras.
Os menores em águas mais rasas, com a idade progressivamente
se dirigindo para mais fundas.
Marrom a marrom-escuro, ventre amarelo
a dourado, manchas verdes pelo corpo.
Pela abundância, tamanho e
excelente sabor é de grande importância no comércio.
A pesca esportiva
é praticada geralmente com linha de fundo e varas, utilizando
sardinha, parati e camarão; requer habilidade do pescador pois oferece
muita resistência e entoca ao se sentir fisgada.
Outros nomes: Crioula, Galinha-do-Mar, Garoupa-Preta, Garoupa-Verdadeira, Mero.
Atinge até 1 metro e 60 kg, mas geralmente são bem menores.

Badejo-Mira - (Mycteroperca rubra) são os mais comuns dos badejos, vivem em grupos por vezes com dezenas de indivíduos em uma mesma área, em fundo de rochas, corais, canais, muros de cais e estuários.
Outros nomes: Crioula, Galinha-do-Mar, Garoupa-Preta, Garoupa-Verdadeira, Mero.
Atinge até 1 metro e 60 kg, mas geralmente são bem menores.

Badejo-Mira - (Mycteroperca rubra) são os mais comuns dos badejos, vivem em grupos por vezes com dezenas de indivíduos em uma mesma área, em fundo de rochas, corais, canais, muros de cais e estuários.
Curiosos, estes peixes investigam
qualquer movimento estranho e exemplares de até 40 cm aproximam-se do
mergulhador com confiança.
Marrom-acinzentado, com várias manchas e
estrias brancas diagonais.
Excelente carne.
É pescado de qualquer
lugar, exemplares de 40 cm pescados com linha de fundo ou varas usando
camarões por isca, em águas rasas; os maiores, com 70-80 cm, com
corrico junto a ilhas, com "plugs" de meia-água/ superfície e
colheres; há a opção de linha de fundo, usando sardinha como isca,
parati e camarões. É bom de briga!
Outros nomes: Badejete (pequenos), Badejo, Badejo-Saltão, Mira.
Atinge 80 cm.

Peixe- Porco - (Balistes capriscus) Eles recebem esse nome devido ao som que emitem ao serem removidos da água, se parecendo muito com um porco.
Cinza-azulado a cinza-oliváceo, com manchas escuras.
De hábitos diurnos, tem um corpo comprimido e em feitio de diamante, com escamas placoides ásperas e consegue rodar cada um dos olhos independentemente.
Aparecem em pequenos cardumes, embora seja mais vulgar aparecerem indivíduos solitários, ou em grupos até 5 adultos, e preferem fundos arenosos.
Outros nomes: Badejete (pequenos), Badejo, Badejo-Saltão, Mira.
Atinge 80 cm.

Peixe- Porco - (Balistes capriscus) Eles recebem esse nome devido ao som que emitem ao serem removidos da água, se parecendo muito com um porco.
Cinza-azulado a cinza-oliváceo, com manchas escuras.
De hábitos diurnos, tem um corpo comprimido e em feitio de diamante, com escamas placoides ásperas e consegue rodar cada um dos olhos independentemente.
Aparecem em pequenos cardumes, embora seja mais vulgar aparecerem indivíduos solitários, ou em grupos até 5 adultos, e preferem fundos arenosos.
Grandes lutadores quando ferrados, vendem cara a derrota e
lutam até ao fim.
Para a sua pesca deve usar-se para isco lula,
camarão, e ter em atenção que costumam cortar a linha com os dentes,
quando se sentem presos. Porém, no verão um só pescador pode
capturá-lo em grandes quantidades; se a linha tiver 2-4 anzóis,
poderão ser fisgados vários de uma só vez.
Outros nomes: Peroá, Cangulo.
Atinge até cerca de 35 cm.
Outros nomes: Peroá, Cangulo.
Atinge até cerca de 35 cm.

Tainhas e Paratis - (Mugil liza) estes peixes apreciados e muito conhecidos são abundantes em nossas águas.
Toleram grande alteração de salinidade,
desenvolvendo-se em lagoas salobras, mangues e estuários,
migrando à medida que crescem para águas mais salinas.
Sua carne
e ovas são muito apreciadas.
Cinza-prateada e dorso mais escuro.
Com lances de superfície, linha
leve e isca de bolinhas de pão, queijo ou pequeninas artificiais
(moscas), é possível fisgar grandes exemplares; embora tal pesca não
seja comum e requeira muita habilidade, pode ser o "desafio supremo"
para o pescador esportivo de beira de praia.
Outros nomes: Cacetão, Tainha-de-Rio, Tainhota, Cambiro, Curima, Saúna.
Atinge 1 metro e 8 kg, a Parati chega a 45 cm.

Enchova - (Pomatomus saltatrix) de águas costeiras ao mar aberto, os menores até em mangues, estuários e baías, praias e ao redor de costões; os maiores em águas abertas e junto a ilhas.
Outros nomes: Cacetão, Tainha-de-Rio, Tainhota, Cambiro, Curima, Saúna.
Atinge 1 metro e 8 kg, a Parati chega a 45 cm.

Enchova - (Pomatomus saltatrix) de águas costeiras ao mar aberto, os menores até em mangues, estuários e baías, praias e ao redor de costões; os maiores em águas abertas e junto a ilhas.
Prateados com dorso variando de azul-escuro a
verde, ventre brancacento.
Seu gosto é discutível mas é muito comum no
comércio, até pela abundância.
Na pesca esportiva sua brutalidade,
força, fome e saltos espetaculares são lendárias.
Morde qualquer
coisa, de colheres e "plugs" em corrico a cerca de 5-8 nós junto a
costões, ilhas e parcéis, a pedaços de peixes e siris em linhas de
fundo e boiadas ou arremessadas na frente do cardume. Muito cuidado ao
lidar com o peixe, ele procura morder sempre.
Outros nomes: Anchova, Marisqueira.
Atinge até 1 metro e 12 kg, excepcionalmente chega a 20 kg.

Guaivira - (Oligoplites saliens) costeiros, formam grandes cardumes ou grupos moderados, desde a superfície ao fundo.
Outros nomes: Anchova, Marisqueira.
Atinge até 1 metro e 12 kg, excepcionalmente chega a 20 kg.

Guaivira - (Oligoplites saliens) costeiros, formam grandes cardumes ou grupos moderados, desde a superfície ao fundo.
Bastante comuns desde mangues (jovens) e
estuários e baías, ao longo de praias e ao redor de ilhas, preferindo
águas túrbidas às mais claras.
Prateado; azul, preto ou verde no
dorso, cauda amarela.
Sua carne é apreciada em alguns locais e
desprezada em outros.
A pesca esportiva pode oferecer bons momentos,
com material leve, seja em corrico, com colheres e "plugs" de
superfície pequenos, ou em arremessos de praia e linha de fundo,
quando a isca preferida é o camarão; se um cardume começa a morder a
quantidade pode ser impressionante, chegando a dar saltos
espetaculares. Cuidado com os espinhos das nadadeiras, espetam
mesmo.
Outros nomes: Goivira, Solteira, Saltador.
Atinge até cerca de 50 cm.
Outros nomes: Goivira, Solteira, Saltador.
Atinge até cerca de 50 cm.
Muito comuns junto a costões, ilhas e praias abertas.
Dorso
azul-esverdeado a cinza-escuro, a metade inferior branco-prateada,
várias séries de manchas arredondadas de cor amarela longitudinais.
Carne de boa qualidade.
A pesca é restrita em águas costeiras,
um bom método é o de arremesso de costão e em canais, com iscas
artificiais pequeninas de superfície ou meia-água; a linha-de-fundo
também tem bons resultados, usando iscas de camarões, vivos ou mortos,
e peixes pequenos, como manjubinhas.
Outros nomes: Cavala-Pintada, Sarda, Serrinha.
Atinge até cerca de 80 cm e pouco mais de 3 kg.

Carapau, Xarelete - (Carangoides crysos) costeiros, em grupos e cardumes, tanto na superfície e coluna d'água como próximos ao fundo, entre 3 e 35 metros, em baías, costões e junto a ilhas.
Outros nomes: Cavala-Pintada, Sarda, Serrinha.
Atinge até cerca de 80 cm e pouco mais de 3 kg.

Carapau, Xarelete - (Carangoides crysos) costeiros, em grupos e cardumes, tanto na superfície e coluna d'água como próximos ao fundo, entre 3 e 35 metros, em baías, costões e junto a ilhas.
Dorso azul-esverdeado a cinza, flancos e ventre
prateados ou dourados.
Sua carne é boa se for sangrado logo após sua
captura.
Para o pescador amador oferece resistência, especialmente com
material leve e isca de camarão, tanto com linha de fundo como com
molinete e corrico, neste último caso usando colheres pequenas ou
"plugs". O melhor local para sua pesca é sobre fundos de cascalho ou
areia e ao redor de recifes e ilhas costeiras.
Outros nomes: Cavaco, Guarajuba, Solteira, Xerelete, Xaréu-Pequeno.
Atinge até 70 cm e 4 kg, mas são geralmente menores, entre 30 e 45 cm.

Robalo - (Centropomus undecimalis) costeiros, em águas rasas de recifes, ilhas e, especialmente baías, canais, estuários, mangues, lagoas e rios costeiros.
Outros nomes: Cavaco, Guarajuba, Solteira, Xerelete, Xaréu-Pequeno.
Atinge até 70 cm e 4 kg, mas são geralmente menores, entre 30 e 45 cm.

Robalo - (Centropomus undecimalis) costeiros, em águas rasas de recifes, ilhas e, especialmente baías, canais, estuários, mangues, lagoas e rios costeiros.
Toleram bem
alterações de salinidade, uma das razões de serem particularmente
abundante em manguezais.
Branco prateado em geral, com dorso e alto da
cabeça escurecidos, de cinza a oliváceo; reflexos amarelos em função
de ácido tânico de águas salobras; linha lateral evidente, negra.
Tem
ótima carne e é muito apreciado.
Entretanto, sua importância é muito
maior para o pescador esportivo, pela espetacular luta que
proporciona, especialmente grandes exemplares.
Como pode ser pescado
em vários locais, o material é diverso: varas de não mais de 1,8
metros, com linha até 0,50, sempre com líder encastoado, para mangues
e canais, a isca podendo ser natural, com preferência para paratis,
lambaris e camarões, sempre vivos ou artificial com a utilização de
"jigs", colheres e "plugs" devendo ser lançada em poços ou onde há
correnteza moderada, e recolhida próxima da superfície.
Para costão e
praia, varas com até 4 metros são recomendadas. O encastoado é
importante, não pelos dentes do Robalo, mais por seu opérculo
serrilhado e cortante e em função das cracas e ostras, aderidas a
raízes e rochas que cortam a linha.
Outros nomes: Camorim, Camuri, Flecha, Robalão, Robalo-Flecha.
Atinge até 1,5 metro e 25 kg.

Outros nomes: Camorim, Camuri, Flecha, Robalão, Robalo-Flecha.
Atinge até 1,5 metro e 25 kg.

Peixes mais comuns nos nossos rios
Existem pelo menos 14 espécies de tucunarés na Amazônia.
O tamanho
(exemplares adultos podem medir 30cm ou mais de 1m de comprimento
total), o colorido (pode ser amarelado, esverdeado, avermelhado,
azulado, quase preto etc.), e a forma e número de manchas (podem ser
grandes, pretas e verticais; ou pintas brancas distribuídas
regularmente pelo corpo e nadadeiras etc, variam bastante de espécie
para espécie. Todos os tucunarés apresentam uma mancha redonda (ocelo)
no pedúnculo caudal.
Equipamentos: Varas de ação média a média/pesada, com linhas de 17, 20, 25 e 30 lb e anzóis de n° 2/0 a 4/0, sem o uso de empates. O uso de arranque com linha grossa é recomendado para evitar a perda do peixe nas galhadas.
Iscas: Iscas naturais (peixes e camarões) e artificiais. Praticamente todos os tipos de iscas artificiais podem atrair tucunarés, mas a pesca com "plug" de superfície é a mais emocionante.
Equipamentos: Varas de ação média a média/pesada, com linhas de 17, 20, 25 e 30 lb e anzóis de n° 2/0 a 4/0, sem o uso de empates. O uso de arranque com linha grossa é recomendado para evitar a perda do peixe nas galhadas.
Iscas: Iscas naturais (peixes e camarões) e artificiais. Praticamente todos os tipos de iscas artificiais podem atrair tucunarés, mas a pesca com "plug" de superfície é a mais emocionante.
Os tucunarés
explodem na superfície da água para capturar os peixinhos.
Dicas: Na pesca com isca artificial deve-se procurar manter a isca em movimento, porque o tucunaré pode pegar a isca 4 a 5 vezes antes de ser fisgado.
Outros nomes: Tucunaré-açu, tucunaré-paca, tucunaré-pinima, tucunaré-pitanga, tucunaré-vermelho.

Aruanã - (Osteoglossum bicirrhosum) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.
Descrição: Peixe de escamas; corpo muito alongado e comprimido; boca enorme; língua óssea e áspera, como a do pirarucu; barbilhões na ponta do queixo; escamas grandes; coloração branca, mas as escamas ficam avermelhadas na época da desova.
Dicas: Na pesca com isca artificial deve-se procurar manter a isca em movimento, porque o tucunaré pode pegar a isca 4 a 5 vezes antes de ser fisgado.
Outros nomes: Tucunaré-açu, tucunaré-paca, tucunaré-pinima, tucunaré-pitanga, tucunaré-vermelho.

Aruanã - (Osteoglossum bicirrhosum) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.
Descrição: Peixe de escamas; corpo muito alongado e comprimido; boca enorme; língua óssea e áspera, como a do pirarucu; barbilhões na ponta do queixo; escamas grandes; coloração branca, mas as escamas ficam avermelhadas na época da desova.
Alcança cerca de 1m de comprimento
total e mais de 2,5kg.
É provavelmente o maior peixe do mundo cuja dieta é constituída principalmente por insetos e aranhas. Nada logo abaixo da superfície com os barbilhões projetados para a frente, mas a função dos barbilhões ainda é desconhecida.
Equipamentos: O equipamento deve ser do tipo médio; linhas 12, 14 e 17 lb.; anzóis 1/0 a 3/0.
Iscas: Esse peixe pode ser capturado tanto com iscas naturais (peixes, camarão, insetos etc.) quanto artificiais, como plugs de superfície e meia água e colheres.
Dicas: É mais fácil capturar o aruanã na beira dos lagos e lagoas, nas proximidades de troncos e plantas aquáticas.
É provavelmente o maior peixe do mundo cuja dieta é constituída principalmente por insetos e aranhas. Nada logo abaixo da superfície com os barbilhões projetados para a frente, mas a função dos barbilhões ainda é desconhecida.
Equipamentos: O equipamento deve ser do tipo médio; linhas 12, 14 e 17 lb.; anzóis 1/0 a 3/0.
Iscas: Esse peixe pode ser capturado tanto com iscas naturais (peixes, camarão, insetos etc.) quanto artificiais, como plugs de superfície e meia água e colheres.
Dicas: É mais fácil capturar o aruanã na beira dos lagos e lagoas, nas proximidades de troncos e plantas aquáticas.
O aruanã costuma dar
saltos espetaculares quando capturado, e o pescador precisa ter muita
atenção ao retirar o anzol do peixe para não se ferir.

Traíra - (Hoplias malabaricus) Predador voraz, solitário, que pode ser encontrado em águas paradas, lagos, lagoas, brejos, matas inundadas, e em córregos e igarapés, geralmente entre as plantas aquáticas, onde fica a espreita de presas como peixes, sapos e insetos.

Traíra - (Hoplias malabaricus) Predador voraz, solitário, que pode ser encontrado em águas paradas, lagos, lagoas, brejos, matas inundadas, e em córregos e igarapés, geralmente entre as plantas aquáticas, onde fica a espreita de presas como peixes, sapos e insetos.
É mais ativo durante a noite. Apesar do
excesso de espinhas, em alguma regiões é bastante apreciado como
alimento.
Equipamentos: Equipamentos leves; linhas de 10 a 20 lb.; anzóis de n° 1/0 a 6/0; recomenda-se o uso de empates.
Iscas: Iscas naturais: peixes e miúdo de frango. As iscas artificiais como spinnerbaits, spinners, poppers e sapos de borracha também são muito utilizadas.
Dicas: Ao pescar com iscas naturais, use chumbo acima da isca e bata na água. O barulho atrai as traíras e torna a pesca mais produtiva.

Piranha-vermelha - (Pygocentrus nattereri) Peixe de escamas; corpo romboide e um pouco comprimido; mandíbula saliente e dentes afiados.
Equipamento tipo médio; linhas de 14, 17 e 20 lb.; e, anzóis de n° 3/0 a 6/0.
Iscas: Peixes em pedaços, vísceras e iscas artificiais de meia água.
Dicas: O pescador deve ter muito cuidado ao manusear esse peixe, pois qualquer descuido pode acabar em acidente sério.
Outros nomes: Piranha-caju

Tilápia - (Tilapia spp) Distribuição: Apesar de nativas do continente africano, está presente em quase toda a América do Sul nos rios de temperatura acima de 12 ºC, adaptando-se melhor nas temperaturas de 20 a 30 ºC.
Peixe de escamas; corpo um pouco alto e comprimido.
Equipamentos: Equipamentos leves; linhas de 10 a 20 lb.; anzóis de n° 1/0 a 6/0; recomenda-se o uso de empates.
Iscas: Iscas naturais: peixes e miúdo de frango. As iscas artificiais como spinnerbaits, spinners, poppers e sapos de borracha também são muito utilizadas.
Dicas: Ao pescar com iscas naturais, use chumbo acima da isca e bata na água. O barulho atrai as traíras e torna a pesca mais produtiva.

Piranha-vermelha - (Pygocentrus nattereri) Peixe de escamas; corpo romboide e um pouco comprimido; mandíbula saliente e dentes afiados.
Equipamento tipo médio; linhas de 14, 17 e 20 lb.; e, anzóis de n° 3/0 a 6/0.
Iscas: Peixes em pedaços, vísceras e iscas artificiais de meia água.
Dicas: O pescador deve ter muito cuidado ao manusear esse peixe, pois qualquer descuido pode acabar em acidente sério.
Outros nomes: Piranha-caju

Tilápia - (Tilapia spp) Distribuição: Apesar de nativas do continente africano, está presente em quase toda a América do Sul nos rios de temperatura acima de 12 ºC, adaptando-se melhor nas temperaturas de 20 a 30 ºC.
Peixe de escamas; corpo um pouco alto e comprimido.
Existem cerca de
100 espécies de tilápia, distribuídas em três gêneros, Oreochromis, Sarotherodon e Tilapia.
No Brasil foram introduzidas três
espécies: Oreochromis niloticus (tilápia do Nilo) que
pode alcançar cerca de 5kg; Tilapia rendali (tilápia
rendali) com cerca de 1kg; Sarotherodon hornorum (tilápia zanzibar) de coloração escura e maxilas protráteis; e
uma variedade desenvolvida em Israel, "Saint-Peters", que atualmente
vem sendo cultivada.
Equipamentos: Varas de ação leve e leve/média; linhas de 8 a 12 lb.; anzóis de n° 12 a 20.
Iscas: iscas de milho, minhoca, massa, tripa de frango, larvas de insetos etc. Também são capturadas com plugs de superfície e meia água e spinners.

Apapá - (Pellona castelnaeana, P. flavipinnis) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins (Pellona castelnaeana e P. flavipinnis) e Prata (P. flavipinnis).
Peixe de escamas; corpo comprimido; cabeça pequena; boca pequena, ligeiramente voltada para cima; região pré-ventral serrilhada; nadadeira adiposa e linha lateral, geralmente, ausentes.
Equipamentos: Equipamento de tamanho médio e varas de ação rápida são os mais indicados para se fisgar esses peixes; linhas de 10 a 12 lb.; anzóis pequenos.
Iscas: Podem ser capturados com iscas naturais, peixes pequenos ou em pedaços iscados sem chumbo, e artificiais como plugs de superfície e meia água, pequenas colheres e spinners.
Dicas: As iscas devem ser trabalhadas bem na superfície da água. O pescador precisa ter muita atenção, porque, quando fisgados, esses peixes costumam saltar fora d’água, escapando com facilidade.
Outros nomes: Sardinhão, Dourada/Herring

Bicuda - (Boulengerella spp) Distribuição: Bacias amazônica e Tocantins-Araguaia.
Peixe de escamas; corpo alongado e roliço; boca pontuda e bastante dura, o que dificulta a fisgada; nadadeira dorsal localizada na metade posterior do corpo.
Peixes pelágicos, vivem na superfície e meia água, encontrados em áreas de correnteza ao longo da beira e na boca dos rios e igarapés, e nos lagos.
Equipamentos: Varas de ação leve e leve/média; linhas de 8 a 12 lb.; anzóis de n° 12 a 20.
Iscas: iscas de milho, minhoca, massa, tripa de frango, larvas de insetos etc. Também são capturadas com plugs de superfície e meia água e spinners.

Apapá - (Pellona castelnaeana, P. flavipinnis) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins (Pellona castelnaeana e P. flavipinnis) e Prata (P. flavipinnis).
Peixe de escamas; corpo comprimido; cabeça pequena; boca pequena, ligeiramente voltada para cima; região pré-ventral serrilhada; nadadeira adiposa e linha lateral, geralmente, ausentes.
Equipamentos: Equipamento de tamanho médio e varas de ação rápida são os mais indicados para se fisgar esses peixes; linhas de 10 a 12 lb.; anzóis pequenos.
Iscas: Podem ser capturados com iscas naturais, peixes pequenos ou em pedaços iscados sem chumbo, e artificiais como plugs de superfície e meia água, pequenas colheres e spinners.
Dicas: As iscas devem ser trabalhadas bem na superfície da água. O pescador precisa ter muita atenção, porque, quando fisgados, esses peixes costumam saltar fora d’água, escapando com facilidade.
Outros nomes: Sardinhão, Dourada/Herring

Bicuda - (Boulengerella spp) Distribuição: Bacias amazônica e Tocantins-Araguaia.
Peixe de escamas; corpo alongado e roliço; boca pontuda e bastante dura, o que dificulta a fisgada; nadadeira dorsal localizada na metade posterior do corpo.
Peixes pelágicos, vivem na superfície e meia água, encontrados em áreas de correnteza ao longo da beira e na boca dos rios e igarapés, e nos lagos.
Altamente esportiva, pois salta muitas vezes fora d’água
antes de se entregar, mas não tem importância comercial
Equipamentos médio e médio/pesado são os mais empregados e as varas devem ser de ação rígida, já que a cartilagem da boca é bem difícil de ser perfurada. As linhas devem ser de 14, 17 ou 20 lb. e os anzóis de n° 3/0 a 5/0.
Iscas artificiais, como plugs de superfície e meia água, colheres e spinners, são as mais utilizadas na captura da bicuda, que também ataca iscas naturais, como peixinhos e pedaços de peixe.
Dicas: A fricção deve estar bem regulada, porque a bicuda costuma levar muita linha quando fisgada.
Equipamentos médio e médio/pesado são os mais empregados e as varas devem ser de ação rígida, já que a cartilagem da boca é bem difícil de ser perfurada. As linhas devem ser de 14, 17 ou 20 lb. e os anzóis de n° 3/0 a 5/0.
Iscas artificiais, como plugs de superfície e meia água, colheres e spinners, são as mais utilizadas na captura da bicuda, que também ataca iscas naturais, como peixinhos e pedaços de peixe.
Dicas: A fricção deve estar bem regulada, porque a bicuda costuma levar muita linha quando fisgada.
O anzol deve estar bem afiado,
porque se o peixe não for bem fisgado pode se desvencilhar do anzol
durante os saltos.

Cachara - (Pseudoplatystoma fasciatum) Distribuição: Bacias amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata.
Peixe de couro; corpo alongado e roliço; cabeça grande e achatada.

Cachara - (Pseudoplatystoma fasciatum) Distribuição: Bacias amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata.
Peixe de couro; corpo alongado e roliço; cabeça grande e achatada.
A
coloração é cinza escuro no dorso, clareando em direção ao ventre,
sendo branca abaixo da linha lateral.
Pode ser separada das outras
espécies do gênero pelo padrão de manchas: faixas verticais pretas
irregulares, começando na região dorsal e se estendendo até abaixo da
linha lateral.
Ocorre em vários tipos de habitats como poços no canal dos rios, baixios de praias, lagos e matas inundadas. Realiza migração reprodutiva rio acima a partir do início da enchente.
Ocorre em vários tipos de habitats como poços no canal dos rios, baixios de praias, lagos e matas inundadas. Realiza migração reprodutiva rio acima a partir do início da enchente.
É importante na
pesca comercial e esportiva.
Equipamento do tipo médio/pesado, já que é um peixe de grande porte; linhas de 17, 20, 25 a 30 lb., preparadas com empates e anzóis de n° 6/0 a 10/0.
Iscas: É capturado principalmente com iscas naturais de peixes, como sarapós, muçum, tuviras, lambaris, piaus, curimbatás e minhocuçu. Também podem ser utilizadas iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo.
Dicas: Os cuidados ao manusear esse peixe devem ser redobrados, por causa dos espinhos das nadadeiras peitorais e dorsal.
Outros nomes: Surubim/Stripped Catfish

Cachorra - (Hydrolycus scomberoides) O equipamento empregado é do tipo médio e médio/pesado; linhas de 14, 17, 20 e 25 lb.; e anzóis de n° 4/0 a 6/0.
Equipamento do tipo médio/pesado, já que é um peixe de grande porte; linhas de 17, 20, 25 a 30 lb., preparadas com empates e anzóis de n° 6/0 a 10/0.
Iscas: É capturado principalmente com iscas naturais de peixes, como sarapós, muçum, tuviras, lambaris, piaus, curimbatás e minhocuçu. Também podem ser utilizadas iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo.
Dicas: Os cuidados ao manusear esse peixe devem ser redobrados, por causa dos espinhos das nadadeiras peitorais e dorsal.
Outros nomes: Surubim/Stripped Catfish

Cachorra - (Hydrolycus scomberoides) O equipamento empregado é do tipo médio e médio/pesado; linhas de 14, 17, 20 e 25 lb.; e anzóis de n° 4/0 a 6/0.
É recomendável o uso de
empates de aço de pelo menos 20cm, pois esse peixe possui dentes muito
afiados.
Iscas: Pode ser capturado com peixes inteiros ou em pedaços (lambaris, tuviras, curimbatás etc.) e com iscas artificiais, como plugs de meia água, poppers e hélices.
Dicas: Costuma saltar fora d’água quando é fisgado, mas tende a se cansar com facilidade.
Iscas: Pode ser capturado com peixes inteiros ou em pedaços (lambaris, tuviras, curimbatás etc.) e com iscas artificiais, como plugs de meia água, poppers e hélices.
Dicas: Costuma saltar fora d’água quando é fisgado, mas tende a se cansar com facilidade.
O pescador deve ter cuidado ao soltar esse
peixe, por causa dos dentes afiados. Não tem o hábito de procurar
enroscos, o que facilita a captura.
Outros nomes: Peixe-cachorro, Pirandirá/Paraya

Curimbatá - (Prochilodus spp) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins (P. nigricans), Prata (P. lineatus, P. scrofa, P. platensis) e São Francisco (curimatá-pacu P. marggravii, P. affinnis, P. vimboides). Foram introduzidas nos açudes do Nordeste.
Peixes de escamas.
Outros nomes: Peixe-cachorro, Pirandirá/Paraya

Curimbatá - (Prochilodus spp) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins (P. nigricans), Prata (P. lineatus, P. scrofa, P. platensis) e São Francisco (curimatá-pacu P. marggravii, P. affinnis, P. vimboides). Foram introduzidas nos açudes do Nordeste.
Peixes de escamas.
A principal característica da família é a boca
protrátil, em forma de ventosa, com lábios carnosos, sobre os quais
estão implantados numerosos dentes diminutos dispostos em fileiras. As
escamas são ásperas e a coloração é prateada. A altura do corpo e o
comprimento variam com a espécie.
A pesca amadora é praticada principalmente nos barrancos da beira do rio com equipamento simples: varas de bambu, com 2-4m.
A pesca amadora é praticada principalmente nos barrancos da beira do rio com equipamento simples: varas de bambu, com 2-4m.
A linha,
geralmente uns 50cm maior que a vara, varia de 0,30-0,40mm. Os anzóis
são pequenos e finos para facilitar a fisgada, de n° 8 a 2.
Iscas: Como são peixes detritívoros, não atacam iscas artificiais. A melhor isca é a massa de farinha de trigo iscada no anzol até a metade do colo. Deve ser consistente, nem muito dura nem mole demais.
Dicas: Não são peixes fáceis de capturar porque pegam a isca muito de leve, exigindo bastante calma e sensibilidade para efetuar a fisgada no momento certo.
Outros nomes: Corimbatá, Curimatã, Curimatá, Curimba, Papa-terra.

Corvina - (Plagioscion spp) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins. Introduzida e bem sucedida nos reservatórios das bacias do Prata e do São Francisco e nos açudes do Nordeste.
A família é principalmente marinha, mas possui vários representantes na água doce, sendo o gênero Plagioscion o mais comum.
Iscas: Como são peixes detritívoros, não atacam iscas artificiais. A melhor isca é a massa de farinha de trigo iscada no anzol até a metade do colo. Deve ser consistente, nem muito dura nem mole demais.
Dicas: Não são peixes fáceis de capturar porque pegam a isca muito de leve, exigindo bastante calma e sensibilidade para efetuar a fisgada no momento certo.
Outros nomes: Corimbatá, Curimatã, Curimatá, Curimba, Papa-terra.

Corvina - (Plagioscion spp) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins. Introduzida e bem sucedida nos reservatórios das bacias do Prata e do São Francisco e nos açudes do Nordeste.
A família é principalmente marinha, mas possui vários representantes na água doce, sendo o gênero Plagioscion o mais comum.
Peixe de escamas; coloração prata azulada; boca oblíqua, com um
grande número de dentes recurvados e pontiagudos. Possui dentes na
faringe e a parte anterior dos arcos branquiais apresenta projeções
afiadas com a margem interna denteada.
Alcança mais de 50cm de
comprimento total.
O equipamento empregado é do tipo médio para linhas de 14, 17 e 20 lb. É aconselhável o uso de varas de ação mais rígida. O anzol pode variar do n° 2/0 a 6/0.
Iscas: Principalmente iscas naturais, como pequenos peixes em pedaços ou inteiros (lambaris, sardinhas de água doce) e camarões. Ocasionalmente, podem ser capturadas com plugs de meia água e jigs.
Dicas: Os maiores indivíduos costumam ser pescados à noite em poços profundos. Como muitas vezes o cardume está no fundo, a fisgada tem que ser firme para o peixe não escapar.
Outros nomes: Pescada/Freshwater Croaker

Dourado - (Salminus maxillosus; Salminus. brasiliensis) Distribuição: Bacia do Prata (S. maxillosus) e bacia do São Francisco (S. brasiliensis).
Peixe de escamas. S. brasiliensis e S. maxillosus são bastante semelhantes, sendo que o primeiro, além de ser maior, apresenta uma coloração dourada com reflexos avermelhados, enquanto o segundo é dourado com as nadadeiras alaranjadas.
Podem alcançar mais de 1m de comprimento total e 25kg, mas exemplares desse porte são raros. S. maxillosus é o maior peixe de escama da bacia do Prata, conhecido como o rei do rio.
Varas de ação média a pesada com linhas de 17, 20, 25 e 30 lb.
O equipamento empregado é do tipo médio para linhas de 14, 17 e 20 lb. É aconselhável o uso de varas de ação mais rígida. O anzol pode variar do n° 2/0 a 6/0.
Iscas: Principalmente iscas naturais, como pequenos peixes em pedaços ou inteiros (lambaris, sardinhas de água doce) e camarões. Ocasionalmente, podem ser capturadas com plugs de meia água e jigs.
Dicas: Os maiores indivíduos costumam ser pescados à noite em poços profundos. Como muitas vezes o cardume está no fundo, a fisgada tem que ser firme para o peixe não escapar.
Outros nomes: Pescada/Freshwater Croaker

Dourado - (Salminus maxillosus; Salminus. brasiliensis) Distribuição: Bacia do Prata (S. maxillosus) e bacia do São Francisco (S. brasiliensis).
Peixe de escamas. S. brasiliensis e S. maxillosus são bastante semelhantes, sendo que o primeiro, além de ser maior, apresenta uma coloração dourada com reflexos avermelhados, enquanto o segundo é dourado com as nadadeiras alaranjadas.
Podem alcançar mais de 1m de comprimento total e 25kg, mas exemplares desse porte são raros. S. maxillosus é o maior peixe de escama da bacia do Prata, conhecido como o rei do rio.
Varas de ação média a pesada com linhas de 17, 20, 25 e 30 lb.
É
indispensável o uso de empate de arame ou de cabo de aço encapado com
no mínimo 30cm de comprimento.
Os anzóis mais usados são os de n° 5/0
a 8/0.
Iscas: Entre as iscas artificiais, as que apresentam melhores resultados são os plugs de meia água e as colheres, que podem ser utilizadas no corrico ou no arremesso em direção às margens. Iscas naturais como tuvira, sarapó, lambari, curimbatá e piraputanga também são bastante produtivas.
Iscas: Entre as iscas artificiais, as que apresentam melhores resultados são os plugs de meia água e as colheres, que podem ser utilizadas no corrico ou no arremesso em direção às margens. Iscas naturais como tuvira, sarapó, lambari, curimbatá e piraputanga também são bastante produtivas.
Podem ser utilizadas na rodada, com um
pequeno chumbo para afundar a linha e mantê-la na coluna d’água, ou
deixando o barco rodar perto das margens, onde a isca é jogada
repetidamente em direção às galhadas.
Dicas: Quando fisgados, esses peixes costumam dar saltos espetaculares fora da água. Nesse momento, o pescador não pode bambear a linha, porque como a boca do dourado é difícil de ser perfurada, muitas vezes o peixe consegue “cuspir” a isca. Os melhores locais de pesca são as águas rápidas, corredeiras e cachoeiras, assim como as margens de barranco, onde se pratica o corrico com isca artificial.

Jaú - (Paulicea luetkeni) Distribuição: Bacias amazônica, Araguaia-Tocantins, São Francisco, Prata e em algumas bacias do Atlântico Sul. Amplamente distribuído na América do Sul, mas provavelmente existe mais de uma espécie recebendo este nome.
Peixe de couro; grande porte, pode alcançar mais de 1,5m de comprimento total e 100kg. O corpo é grosso e curto; a cabeça grande e achatada.
Vive no canal do rio, principalmente nos poços das cachoeiras, para onde vai no período de água baixa acompanhando os cardumes de Characidae (especialmente curimbatás) que migram rio acima.
Dicas: Quando fisgados, esses peixes costumam dar saltos espetaculares fora da água. Nesse momento, o pescador não pode bambear a linha, porque como a boca do dourado é difícil de ser perfurada, muitas vezes o peixe consegue “cuspir” a isca. Os melhores locais de pesca são as águas rápidas, corredeiras e cachoeiras, assim como as margens de barranco, onde se pratica o corrico com isca artificial.

Jaú - (Paulicea luetkeni) Distribuição: Bacias amazônica, Araguaia-Tocantins, São Francisco, Prata e em algumas bacias do Atlântico Sul. Amplamente distribuído na América do Sul, mas provavelmente existe mais de uma espécie recebendo este nome.
Peixe de couro; grande porte, pode alcançar mais de 1,5m de comprimento total e 100kg. O corpo é grosso e curto; a cabeça grande e achatada.
Vive no canal do rio, principalmente nos poços das cachoeiras, para onde vai no período de água baixa acompanhando os cardumes de Characidae (especialmente curimbatás) que migram rio acima.
Na Amazônia
não é importante comercialmente, a carne é considerada “remosa”, mas é
apreciado no Sudeste do Brasil.
A pressão de pesca pelos frigoríficos
que exportam filé de jaú é muito grande e tem sido responsável pela
queda da captura da espécie na Amazônia.
Varas de ação pesada; linhas de 30 a 50 lb.; anzóis encastoados n° 10/0 a 14/0.
Varas de ação pesada; linhas de 30 a 50 lb.; anzóis encastoados n° 10/0 a 14/0.
Deve-se usar chumbo tipo oliva, com peso de 300 a 1.000g,
dependendo da profundidade e força da água.
Iscas: Somente iscas naturais, como pequenos peixes de escama, tuvira, muçum e, também, minhocuçu.
Dicas: Esta espécie é capturada nos poços logo abaixo das corredeiras, principalmente à noite. É muito importante que a isca fique no fundo.

Mandi - (Pimelodus spp) Distribuição: Bacias amazônica, Araguaia-Tocantins (P. blochii), Prata (P. maculatus, P. ornatus), São Francisco e Atlântico Sul.
Peixe de couro. Existem várias espécies de Pimelodus. A forma do corpo é bastante parecida: alto no início da nadadeira dorsal, afunilando em direção à cabeça e à nadadeira caudal.
Iscas: Somente iscas naturais, como pequenos peixes de escama, tuvira, muçum e, também, minhocuçu.
Dicas: Esta espécie é capturada nos poços logo abaixo das corredeiras, principalmente à noite. É muito importante que a isca fique no fundo.

Mandi - (Pimelodus spp) Distribuição: Bacias amazônica, Araguaia-Tocantins (P. blochii), Prata (P. maculatus, P. ornatus), São Francisco e Atlântico Sul.
Peixe de couro. Existem várias espécies de Pimelodus. A forma do corpo é bastante parecida: alto no início da nadadeira dorsal, afunilando em direção à cabeça e à nadadeira caudal.
Uma
característica comum do gênero é a presença de um acúleo forte e agudo
nas nadadeiras dorsal e peitorais.
Peixes onívoros, alimentam-se de peixes, invertebrados, frutos/sementes e detritos.
Peixes onívoros, alimentam-se de peixes, invertebrados, frutos/sementes e detritos.
Vivem nos remansos das margens dos rios.
Na Amazônia, P. blochii é um peixe muito comum na beira dos rios. Como é facilmente
capturado com anzol, é importante para a pesca de subsistência.
Mesmo
sendo peixes pequenos, por causa da abundância, estas espécies são
facilmente encontradas em mercados e feiras.
Equipamentos: Equipamento do tipo leve/leve médio; linhas de 10 a 14 lb.; e, anzóis até o n° 2/0.
Iscas: Iscas naturais, como minhoca, peixes pequenos ou em pedaços, queijo prato.
Dicas: Estes peixes devem ser manuseados com cuidado, porque os espinhos das nadadeiras dorsal e peitorais podem causar ferimentos dolorosos.
Outros nomes: Bagre, Surubim-bagre

Matrinxã - (Brycon sp) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.
Peixe de escamas; corpo alongado, um pouco alto e comprimido.
Equipamentos: Equipamento do tipo leve/leve médio; linhas de 10 a 14 lb.; e, anzóis até o n° 2/0.
Iscas: Iscas naturais, como minhoca, peixes pequenos ou em pedaços, queijo prato.
Dicas: Estes peixes devem ser manuseados com cuidado, porque os espinhos das nadadeiras dorsal e peitorais podem causar ferimentos dolorosos.
Outros nomes: Bagre, Surubim-bagre

Matrinxã - (Brycon sp) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.
Peixe de escamas; corpo alongado, um pouco alto e comprimido.
A
coloração é prateada, com as nadadeiras alaranjadas, sendo a nadadeira
caudal escura.
Apresenta uma mancha arredondada escura na região
umeral.
Os dentes são multicuspidados dispostos em várias fileiras na
maxila superior. Pode alcançar 80cm de comprimento total e 5kg.
Espécie onívora: alimenta-se de frutos, sementes, flores, insetos e, ocasionalmente, de pequenos peixes. Realiza migrações reprodutivas e tróficas. Nos rios de água clara, é comum ver cardumes de matrinxã, se alimentando debaixo das árvores, ao longo das margens.
Equipamento do tipo médio, com linhas de 10 a 17 lb. e anzóis de n° 2/0 a 6/0.
Iscas: Iscas artificiais, como colheres e plugs; iscas naturais, frutos, flores, insetos, minhoca, coração e fígado de boi em tirinhas.
Dicas: Pode ser encontrada nas corredeiras e remansos dos rios. Quando fisgada, a tendência é levar a isca para cima.

Pacu - (Piaractus mesopotamicus) Distribuição: Bacia do Prata.
Peixe de escamas; corpo romboidal e comprimido.
Espécie onívora: alimenta-se de frutos, sementes, flores, insetos e, ocasionalmente, de pequenos peixes. Realiza migrações reprodutivas e tróficas. Nos rios de água clara, é comum ver cardumes de matrinxã, se alimentando debaixo das árvores, ao longo das margens.
Equipamento do tipo médio, com linhas de 10 a 17 lb. e anzóis de n° 2/0 a 6/0.
Iscas: Iscas artificiais, como colheres e plugs; iscas naturais, frutos, flores, insetos, minhoca, coração e fígado de boi em tirinhas.
Dicas: Pode ser encontrada nas corredeiras e remansos dos rios. Quando fisgada, a tendência é levar a isca para cima.

Pacu - (Piaractus mesopotamicus) Distribuição: Bacia do Prata.
Peixe de escamas; corpo romboidal e comprimido.
A coloração é
uniforme, castanho ou cinza escuro; o ventre é mais claro, amarelado
quando o peixe está vivo.
Os dentes são molariformes. Alcança cerca de
50cm de comprimento total.
A pesca pode ser praticada de duas formas: com vara e carretilha/molinete e pelo sistema de batida. Nesse caso, com uma vara de bambu bate-se a isca, de coquinho ou bola de massa, de forma a reproduzir o som de uma fruta caindo próximo às margens ou às plantas aquáticas.
A pesca pode ser praticada de duas formas: com vara e carretilha/molinete e pelo sistema de batida. Nesse caso, com uma vara de bambu bate-se a isca, de coquinho ou bola de massa, de forma a reproduzir o som de uma fruta caindo próximo às margens ou às plantas aquáticas.
A vara deve ser resistente, com 4 a 5m de comprimento,
preparada com linha 0,60 a 0,70mm, anzol com colo largo e haste curta
de n° 3/0 a 4/0 e empate de arame, com aproximadamente 5cm.
O uso de
chumbo é dispensável.
Usando carretilha, a vara deve ser de ação média
a média/pesada, para linhas de 14, 17 e 20 lb. e anzóis de n° 3/0 a
6/0. Para facilitar o arremesso e manter a isca no fundo, recomenda-se
o uso de chumbo.
Iscas: iscas naturais, como tucum, laranjinha-de-pacu, pedaços de jenipapo, caranguejo, minhocuçu, filé de curimbatá azedo e bolinhas de massa de farinha de mandioca.
Dicas: Normalmente a pesca é embarcada, porque é necessário chegar aos lugares onde o peixe vive.
Iscas: iscas naturais, como tucum, laranjinha-de-pacu, pedaços de jenipapo, caranguejo, minhocuçu, filé de curimbatá azedo e bolinhas de massa de farinha de mandioca.
Dicas: Normalmente a pesca é embarcada, porque é necessário chegar aos lugares onde o peixe vive.
O silêncio é importantíssimo nesse tipo
de pescaria. Recomenda-se amarrar o barco nas galhadas e o pescador
precisa ser bastante paciente e esperar o peixe acomodar a isca na
boca, caso contrário errará a fisgada, deixando-o escapar.

Piau - (Leporinus friderici) Espécie onívora, com tendência a carnívora (principalmente insetos) ou frugívora (frutos e sementes pequenas), dependendo da oferta de alimentos.

Piau - (Leporinus friderici) Espécie onívora, com tendência a carnívora (principalmente insetos) ou frugívora (frutos e sementes pequenas), dependendo da oferta de alimentos.
Vive principalmente na margem de rios, lagos e na floresta
inundada.
É importante para a pesca de subsistência e para o comércio
local, mercados e feiras.
Equipamentos: Equipamento leve, linhas 8 a 10 lb., anzóis pequenos e chumbada leve. Vara de bambu nas pescarias de barranco.
Iscas: Iscas naturais, como insetos, minhoca, milho, além de queijo e macarrão.
Dicas: É preciso muita habilidade para fisgar esses peixes, pois são muito ariscos.
Outros nomes: Piau-três-pintas, Aracu-comum, Aracu-cabeça-gorda

Pintado - (Pseudoplatystoma corruscans) Distribuição: Bacias do Prata e São Francisco.
Peixe de couro; corpo alongado e roliço; cabeça grande e achatada.
Equipamentos: Equipamento leve, linhas 8 a 10 lb., anzóis pequenos e chumbada leve. Vara de bambu nas pescarias de barranco.
Iscas: Iscas naturais, como insetos, minhoca, milho, além de queijo e macarrão.
Dicas: É preciso muita habilidade para fisgar esses peixes, pois são muito ariscos.
Outros nomes: Piau-três-pintas, Aracu-comum, Aracu-cabeça-gorda

Pintado - (Pseudoplatystoma corruscans) Distribuição: Bacias do Prata e São Francisco.
Peixe de couro; corpo alongado e roliço; cabeça grande e achatada.
A
coloração é cinza escuro no dorso, clareando em direção ao ventre, e
esbranquiçada abaixo da linha lateral. Pode ser separada das outras
espécies do gênero pelo padrão de manchas: pequenas, pretas e
arredondadas ou ovaladas, espalhadas ao longo do corpo, acima e abaixo
da linha lateral.
Espécie de grande porte, pode alcançar mais de 1m de
comprimento total.
Espécie piscívora. Ocorre em vários tipos de habitats como lagos, praias e canal dos rios. Realiza migrações de desova. É importante na pesca comercial e esportiva.
Equipamento do tipo médio/pesado, já que é um peixe de grande porte; linhas de 17, 20, 25 a 30 lb. preparadas com empates; e, anzóis de n° 6/0 e 10/0.
Iscas: É capturado principalmente com iscas naturais de peixes, como sarapós, muçum, tuviras, lambaris, piaus, curimbatás, e minhocuçu. Também pode ser capturado com iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo.
Dicas: Os cuidados ao manusear esse peixe devem ser redobrados por causa dos espinhos das nadadeiras dorsal e peitorais.

Piraíba - (Brachyplathystoma filamentosum) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.
Peixe de couro; grande porte; cabeça grande e olhos pequenos.
Espécie piscívora. Ocorre em vários tipos de habitats como lagos, praias e canal dos rios. Realiza migrações de desova. É importante na pesca comercial e esportiva.
Equipamento do tipo médio/pesado, já que é um peixe de grande porte; linhas de 17, 20, 25 a 30 lb. preparadas com empates; e, anzóis de n° 6/0 e 10/0.
Iscas: É capturado principalmente com iscas naturais de peixes, como sarapós, muçum, tuviras, lambaris, piaus, curimbatás, e minhocuçu. Também pode ser capturado com iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo.
Dicas: Os cuidados ao manusear esse peixe devem ser redobrados por causa dos espinhos das nadadeiras dorsal e peitorais.

Piraíba - (Brachyplathystoma filamentosum) Distribuição: Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.
Peixe de couro; grande porte; cabeça grande e olhos pequenos.
A
coloração é cinza escuro. Pode pesar 300kg e medir cerca de 2m de
comprimento total, mas atualmente os exemplares capturados pesam
abaixo de 10kg. Indivíduos pesando até 60kg são conhecidos como
filhote.
Ocorre em lugares profundos, poços ou remansos, saídas de corredeiras e confluência dos grandes rios. Não é um peixe muito procurado pelos pescadores comerciais, pois muitos acreditam que sua carne faz mal e transmite doenças. Além disso, as vísceras e músculos do corpo costumam ficar repletos de parasitas.
O equipamento empregado é do tipo ultra-pesado, por causa do tamanho desse peixe.
Ocorre em lugares profundos, poços ou remansos, saídas de corredeiras e confluência dos grandes rios. Não é um peixe muito procurado pelos pescadores comerciais, pois muitos acreditam que sua carne faz mal e transmite doenças. Além disso, as vísceras e músculos do corpo costumam ficar repletos de parasitas.
O equipamento empregado é do tipo ultra-pesado, por causa do tamanho desse peixe.
Um indivíduo de porte médio (cerca de 100 a 150kg) pode
levar várias horas brigando até se cansar.
Iscas: Iscas de peixes, pesando de 1 a 6kg, como, por exemplo, matrinxã, cachorra ou piranha.
Dicas: Durante várias épocas do ano, é possível observar as piraíbas no canal dos rios, bem na superfície da água, mas não são capturadas. Na Amazônia, os caboclos costumam pescar esse peixe na confluência dos rios. Amarram na canoa uma corda bem forte e anzol grande, iscado com um peixe de médio porte e ficam aguardando a chegada do peixe, que, quando fisgado, pode rebocar a canoa por vários quilômetros. Dependendo da força e tamanho do peixe é necessário cortar a corda para a canoa não virar.
Outro nome: Filhote.

Cheia - excelente
Minguante - boa
Nova - ruim
Crescente - regular
Iscas artificiais só dão bom resultado em movimento ou quando usadas em rios com correnteza.
Receita para isca de massa para rio - Usam-se quantidades iguais de fubá e farinha de trigo. Mistura-se com água e, após transformá-la em bolinhas do tamanho de um grão de milho, cozinha-se por cinco minutos; coa-se e unta-se com fubá, para não grudarem umas nas outras. Um vidro de boca larga é excelente para guardá-las.
Iscas: Iscas de peixes, pesando de 1 a 6kg, como, por exemplo, matrinxã, cachorra ou piranha.
Dicas: Durante várias épocas do ano, é possível observar as piraíbas no canal dos rios, bem na superfície da água, mas não são capturadas. Na Amazônia, os caboclos costumam pescar esse peixe na confluência dos rios. Amarram na canoa uma corda bem forte e anzol grande, iscado com um peixe de médio porte e ficam aguardando a chegada do peixe, que, quando fisgado, pode rebocar a canoa por vários quilômetros. Dependendo da força e tamanho do peixe é necessário cortar a corda para a canoa não virar.
Outro nome: Filhote.

Dicas de pesca:
FASES DA LUACheia - excelente
Minguante - boa
Nova - ruim
Crescente - regular
Iscas artificiais só dão bom resultado em movimento ou quando usadas em rios com correnteza.
Receita para isca de massa para rio - Usam-se quantidades iguais de fubá e farinha de trigo. Mistura-se com água e, após transformá-la em bolinhas do tamanho de um grão de milho, cozinha-se por cinco minutos; coa-se e unta-se com fubá, para não grudarem umas nas outras. Um vidro de boca larga é excelente para guardá-las.
Perigos na pesca
Os especialistas recomendam: nunca esquecer a caixa de primeiros socorros.E tomar cuidado com o mangangá, cujo ferrão é venenoso e
acaba com a pescaria, mas não chega a matar. No caso do bagre, seu
veneno apenas dói, mas pode ser aliviada a dor, passando-se seu olho
no lugar atingido.
Quanto a querer comer o mangangá não o faça: tanto
ele como o baiacu possuem uma bolsa contendo veneno que chega a matar
famílias inteiras no Japão.

Um ferimento feito por anzol que tenha penetrado na carne e fique preso exige máximo cuidado: deve-se fazer sair através da pele a extremidade aguda, no sentido em que se cravou, e depois corta-se a ponta ou lima-se o gancho que impede o retrocesso.
Só depois é que tira-se o anzol, sem o perigo que ele rasgue a carne.
Naturalmente devem-se tomar cuidados de desinfecção recomendados.

ESPÉCIES - HABITAT - ISCA - LINHA - ÉPOCA
Acará - São Paulo/ Amazonas/RS - minhoca/fígado - 30 - todo ano
Agulha - Litoral/Norte - peixe - 40/50 - verão
Apapá - Amazonas: Rio Madeira - peixe miúdo - 40 - verão
Badejo - Litoral/RJ/ES - camarão/ sardinha - 40/50 - verão
Bagre - Litoral/ Interior/ SP/ RS - minhoca/ lambari - 40 - todo ano
Barbudo - Litoral/ Norte/ RJ - camarão - 70 -verão
Cação - Litoral/ Alto mar - sardinha - 100 - todo ano
Caranha - Litoral - camarão - 80 - verão
Carapeba - Litoral - camarão/peixe - 40 - verão
Carapicu - Litoral - camarão/peixe - 40 - verão
Cocoroca - Litoral e Rios - marisco/ insetos - 30/40 - verão
Corvina - Litoral/ RS/ Norte - sardinha/camarão - 60 - verão
Dourado - Litoral/ Rios/ Alto mar - bofe/rãs/peixes - 60/70 - verão
Enchova - Litoral - sardinha - 60/70 - verão
Garoupa - Litoral - peixes - 80 - verão
Guaivira - Litoral - camarão - 40 - verão
Jaú - Rios/ SP/ Minas/ MT/ Goiás - minhoca/miúdos - 90/100 - todo ano
Judeu ou Papa-terra - Litoral - camarão/sardinha - 60 - verão
Jurupoga - Rio Tietê, SP - minhoca/peixe - 40/50 - todo ano
Lambari - Rios - minhoca/massa/larva - 20 - todo ano
Mandi-chorão e Guaçu - Rios - minhoca/fígado - 30/40 - todo ano
Manjuba - Rios - minhocuçu/lambari - 40 - todo ano
Marimbá - Litoral - camarão/peixe - 40/50 - verão
Michole - Litoral - camarão/peixe - 40/50 - verão
Moréia - Litoral/ RJ/ Norte - camarão/caranguejo - 70 - verão
Namorado - Litoral/ RS - camarão - 40/50 - todo ano
Olho-de-cão - Litoral - sardinha/lula/camarão - 40/50 - verão
Olho-de-boi - Litoral - camarão/peixe - 70/80 - todo ano
Pacu - Rios - jenipapo/mandioca - 60 - verão
Pampo - Litoral/ RJ - camarão vivo/peixe - 50/80 - verão
Pargo - Litoral/ ES/ RJ - camarão/marisco - 40/50 - verão
Peixe-Galo - Litoral - camarão - 40/50 - verão
Peixe-Porco - Litoral - camarão/peixe/lula - 40/50 - verão
Pescada - Litoral - camarão - 40/50 - verão
Piaba - Rios - milho/mortadela - 40 - todo ano
Pintado - Rios - minhocuçu/rã - 80/90 - todo ano
Piracanjuba - Rios - lambari/insetos - 40/50 - verão
Piranha - Rios/ Região Norte/ Centro - minhoca/fígado - 40 - todo ano
Piraúna - Litoral - mexilhões - 60/70 - verão
Robalo - Litoral/ Rios - camarão vivo/sardinha - 60/70 - todo ano
Sardinha amazônica - Rios/ Amazonas - insetos/larvas - 30 -verão
Sargo - Litoral/ Sul/ Norte - banana verde/camarão - 50/60 - todo ano
Sororoca - Litoral - RJ/ES - camarão/peixe - 40/50 - verão
Surubim - Rios - minhocuçu/peixes - 70 - todo ano
Tainha - Litoral/ Sul/ Norte - miolo de pão - 40/50 - inverno
Trairão - Rios/ Sul/ Centro-oeste - minhocuçu - 70 - verão
Tucunaré - Rios - peixes/minhocuçu - 50/60 - verão
Vermelho - Litoral/ ES - camarão - 60 - verão
Xaréu - Litoral/ RJ/ ES/ Nordeste - camarão/sardinha - 60/70 - verão
Xerelete - Litoral/ Nordeste - camarão - 40/50 - todo ano

Um ferimento feito por anzol que tenha penetrado na carne e fique preso exige máximo cuidado: deve-se fazer sair através da pele a extremidade aguda, no sentido em que se cravou, e depois corta-se a ponta ou lima-se o gancho que impede o retrocesso.
Só depois é que tira-se o anzol, sem o perigo que ele rasgue a carne.
Naturalmente devem-se tomar cuidados de desinfecção recomendados.

Onde e quando apanhar o quê
Acará - São Paulo/ Amazonas/RS - minhoca/fígado - 30 - todo ano
Agulha - Litoral/Norte - peixe - 40/50 - verão
Apapá - Amazonas: Rio Madeira - peixe miúdo - 40 - verão
Badejo - Litoral/RJ/ES - camarão/ sardinha - 40/50 - verão
Bagre - Litoral/ Interior/ SP/ RS - minhoca/ lambari - 40 - todo ano
Barbudo - Litoral/ Norte/ RJ - camarão - 70 -verão
Cação - Litoral/ Alto mar - sardinha - 100 - todo ano
Caranha - Litoral - camarão - 80 - verão
Carapeba - Litoral - camarão/peixe - 40 - verão
Carapicu - Litoral - camarão/peixe - 40 - verão
Cocoroca - Litoral e Rios - marisco/ insetos - 30/40 - verão
Corvina - Litoral/ RS/ Norte - sardinha/camarão - 60 - verão
Dourado - Litoral/ Rios/ Alto mar - bofe/rãs/peixes - 60/70 - verão
Enchova - Litoral - sardinha - 60/70 - verão
Garoupa - Litoral - peixes - 80 - verão
Guaivira - Litoral - camarão - 40 - verão
Jaú - Rios/ SP/ Minas/ MT/ Goiás - minhoca/miúdos - 90/100 - todo ano
Judeu ou Papa-terra - Litoral - camarão/sardinha - 60 - verão
Jurupoga - Rio Tietê, SP - minhoca/peixe - 40/50 - todo ano
Lambari - Rios - minhoca/massa/larva - 20 - todo ano
Mandi-chorão e Guaçu - Rios - minhoca/fígado - 30/40 - todo ano
Manjuba - Rios - minhocuçu/lambari - 40 - todo ano
Marimbá - Litoral - camarão/peixe - 40/50 - verão
Michole - Litoral - camarão/peixe - 40/50 - verão
Moréia - Litoral/ RJ/ Norte - camarão/caranguejo - 70 - verão
Namorado - Litoral/ RS - camarão - 40/50 - todo ano
Olho-de-cão - Litoral - sardinha/lula/camarão - 40/50 - verão
Olho-de-boi - Litoral - camarão/peixe - 70/80 - todo ano
Pacu - Rios - jenipapo/mandioca - 60 - verão
Pampo - Litoral/ RJ - camarão vivo/peixe - 50/80 - verão
Pargo - Litoral/ ES/ RJ - camarão/marisco - 40/50 - verão
Peixe-Galo - Litoral - camarão - 40/50 - verão
Peixe-Porco - Litoral - camarão/peixe/lula - 40/50 - verão
Pescada - Litoral - camarão - 40/50 - verão
Piaba - Rios - milho/mortadela - 40 - todo ano
Pintado - Rios - minhocuçu/rã - 80/90 - todo ano
Piracanjuba - Rios - lambari/insetos - 40/50 - verão
Piranha - Rios/ Região Norte/ Centro - minhoca/fígado - 40 - todo ano
Piraúna - Litoral - mexilhões - 60/70 - verão
Robalo - Litoral/ Rios - camarão vivo/sardinha - 60/70 - todo ano
Sardinha amazônica - Rios/ Amazonas - insetos/larvas - 30 -verão
Sargo - Litoral/ Sul/ Norte - banana verde/camarão - 50/60 - todo ano
Sororoca - Litoral - RJ/ES - camarão/peixe - 40/50 - verão
Surubim - Rios - minhocuçu/peixes - 70 - todo ano
Tainha - Litoral/ Sul/ Norte - miolo de pão - 40/50 - inverno
Trairão - Rios/ Sul/ Centro-oeste - minhocuçu - 70 - verão
Tucunaré - Rios - peixes/minhocuçu - 50/60 - verão
Vermelho - Litoral/ ES - camarão - 60 - verão
Xaréu - Litoral/ RJ/ ES/ Nordeste - camarão/sardinha - 60/70 - verão
Xerelete - Litoral/ Nordeste - camarão - 40/50 - todo ano

Nenhum comentário:
Postar um comentário