O Coração dos Andes
No sudoeste do país, onde a região Andina é predominante, apresenta alguns dos picos mais altos das Américas, como o Nevado Sajama — ponto mais alto no território boliviano — com 6 542 m acima do nível do mar, e o Illimani, com 6 462 m.

É nesta parte do país que se localiza o lago Titicaca, o mais alto navegável do mundo, com uma área de 8 100 km² e compartilhado com o Peru. o Salar de Uyuni, que é o maior depósito de sais e reservatório de lítio no mundo, também é encontrado no altiplano.
Entre o sudoeste e o leste do país os vales e montanhas são menos predominantes, apesar de alguns locais chegarem ao nível de 2 500 m acima do nível do mar.
Esta região inclui os vales bolivianos, Los Yungas e a região dos Chacos.
Por outro lado, o norte e o nordeste boliviano possuem um relevo preponderantemente formado por planícies e planaltos baixos, cobertos por extensas selvas ricas em flora e fauna, estando a uma altitude inferior a 400 m.
Como chegar
Para quem sai do Brasil, o acesso mais comum é por terra ou avião.
De carro - Dá pra entrar pela região do Mato Grosso do Sul ou Acre. É uma viagem longa, mas totalmente possível pra quem já tem experiência em estrada.
De avião - Voos para La Paz ou Santa Cruz de la Sierra, que é mais baixa e melhor pra adaptação antes de subir a altitude.
Uma dica prática: subir direto pra altitude pode derrubar qualquer um.
O que ver na Bolívia?
A Bolívia tem uma enorme variedade de organismos e ecossistemas e é considerado um país megadiverso.
Onde possui mais de 2 900 espécies de animais, incluindo 398 mamíferos, mais de 1 400 aves (70% das aves conhecidas no mundo estão na Bolívia, sendo o sexto país mais diversificado em termos de espécies de aves), 204 anfíbios, 277 répteis e 635 tipos de peixes de água doce.
A Bolívia ganhou atenção mundial com sua "Lei dos Direitos da Mãe Terra", uma lei única que atribui à natureza os mesmos direitos dados aos seres humanos.

A cidade conta com boa infraestrutura para atender os turistas.

A cidade conta com boa infraestrutura para atender os turistas.
A Igreja de Nossa Senhora de Copacabana, construída na época da colonização espanhola, é bem conservada, com grandes quadros e pinturas religiosas.
O altar tem a altura mais ou menos de dez metros, com abundância de ouro e prata, que reluz por toda a igreja. Possui o Morro do Calvário, de onde se pode admirar a vista da cidade.
Porta da Igreja N. Sra. Copacabana - Bolívia

Quando pensamos em turismo dentro da América do Sul a Bolívia não é um dos primeiros destinos que nos vem à mente.
Atrás em popularidade de opções como Argentina, Uruguai e Chile, nosso vizinho tem muito para oferecer aos visitantes.
Desde os anos 1990, o turismo no país tem crescido e se tornado cada vez mais importante na economia local.
Com lindas paisagens naturais e um povo acolhedor, ele tem se tornado parada indicada para quem deseja fugir do óbvio na hora de planejar as férias.
Uma das primeiras dúvidas sobre a Bolívia é sobre as opções disponíveis aos turistas.
Na Bolívia você vai encontrar lindos destinos, gastronomia bem interessante e muita diversão durante a sua estadia.
Confira a seguir os motivos para você visitar este lindo país.
Paisagens naturais
É possível afirmar sem medo de errar que a América do Sul contém alguns dos mais belos locais do mundo.
E presumindo que isso é verdade, dá também para garantir que a Bolívia concentra boa parte dessa beleza.
Parte da Cordilheira dos Andes, belos lagos e montanhas de tirar o ar (literalmente) são algumas das atrações para os amantes da natureza.
Aliás, as montanhas valem um capítulo à parte, pois são alguns dos principais cartões postais da Bolívia.
Uma delas é a Huayana Potosi, que fica perto de La Paz é possui mais de 6 mil metros de altitude.
Se você pretende escalar grandes cumes, já sabe por onde começar.

O Altiplano
O Planalto Andino , no centro-oeste da América do Sul, é o maior planalto elevado da Terra fora do Tibete.
O planalto está localizado na latitude da parte mais larga da Cordilheira dos Andes, que se estende de norte a sul.
A maior parte do Altiplano fica na Bolívia, mas suas porções setentrionais estão no Peru, suas franjas sudoeste no Chile e ele se estende até a Argentina.
O termo Altiplano é por vezes usado para identificar a zona de altitude e o tipo de clima que prevalece nela, sendo mais frio do que o da terra fria , mas não tão frio quanto o da terra gelada.
Os cientistas classificam esta última como tendo início a uma altitude em torno de 4.500 metros (ou cerca de 15.000 pés).

A parte nordeste do Altiplano é mais úmida do que a parte sudoeste, que possui vários salares (salinas), devido à sua aridez.

A parte nordeste do Altiplano é mais úmida do que a parte sudoeste, que possui vários salares (salinas), devido à sua aridez.
Na fronteira entre Bolívia e Peru encontra-se o Lago Titicaca, o maior lago da América do Sul.
Mais ao sul, na Bolívia, o Lago Poopó existiu até recentemente, mas em dezembro de 2015 secou completamente e foi declarado extinto.
Não se sabe se esse lago, que era o segundo maior da Bolívia, poderá ser restaurado.
La Paz
A cidade que fica a mais de 3700 metros de altitude é o terror para muitos, mas para quem ignora e pretende se aventurar, o que é a maioria dos casos, esta cidade é perfeita para se conhecer.
Ela é uma mistura de tradição com modernidade.
Mesmo sem o glamour de outras capitais sul-americanas, La Paz é perfeita para ser vista de cima, passear pela região central da cidade e visitar alguns dos mercados da cidade.
A cidade possui um centro moderno, com jardins bem cuidados e outras belezas.
La Paz não é uma cidade muito grande, possui pouco mais de 700 mil habitantes, entretanto a região metropolitana possui mais de dois milhões de habitantes.

La Paz não é uma cidade muito grande, possui pouco mais de 700 mil habitantes, entretanto a região metropolitana possui mais de dois milhões de habitantes.
O que mais chama a atenção na capital da Bolívia é a altitude, pois a cidade está a 3.600 metros acima do nível do mar, o que torna La Paz a capital mais alta do mundo.
Por isso, quem desembarca em La Paz vindo de regiões mais baixas pode sentir enjoo e tontura.
Uma das maneiras de amenizar os efeitos da altitude é tomar o famoso chá de coca.
Essa planta, que já é usada desde o Império Inca, é legalizada em países andinos.
Não causa dependência e nem possui o efeito da cocaína, que é um produto processado a partir das folhas de coca.
Além disso, La Paz é a cidade mais cara do país.
Comparada ao Brasil a cidade não é cara, mas se formos compará-la com as demais cidades bolivianas, a capital é onde você encontrará os maiores preços de hospedagem, comida e passeios.
Potosí
Potosí é a cidade mais alta da Bolívia e uma das mais altas do mundo.
Está localizada na Cordilheira dos Andes, a 4.070 metros de altitude.
A cidade, que vive da mineração desde a época da colônia, possui igrejas, conventos e construções antigas. Podemos dizer que é a Ouro Preto boliviana.
O Cerro Rico é uma grande montanha, onde se concentra a mineração.

O Cerro Rico é uma grande montanha, onde se concentra a mineração.
Um dos passeios é conhecer a mina por dentro, andando pelos longos túneis e vendo como os bolivianos trabalham na mineração.
Potosí foi o primeiro local na Bolívia a se tornar Patrimônio da Humanidade pela Unesco, em 1987. Essa foi a cidade menos comentada quando pesquisei sobre os pontos turísticos da Bolívia para fazer meu roteiro e a que mais me surpreendeu.
A parte histórica da cidade é bem interessante.
Por isso, vale a pena fazer um tour para conhecer as atrações da cidade.
Sucre
Sucre, conhecida como a “Cidade Branca”, foi a primeira capital da Bolívia e continua sendo o coração histórico e cultural do país. Seu urbanismo colonial impecavelmente preservado e a arquitetura republicana lhe garantiram o título de Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Apesar de ser menos impactante em termos de atrações grandiosas se comparada a Potosí, Sucre tem seu charme e merece uma visita para quem tiver tempo disponível na Bolívia.
A cidade é cheia de história e é um lugar tranquilo para explorar, ideal para quem aprecia caminhar sem pressa por ruas que parecem saídas de um livro de história.
A Plaza 25 de Mayo, sua praça central, é o ponto de partida para conhecer Sucre.

A Plaza 25 de Mayo, sua praça central, é o ponto de partida para conhecer Sucre.
Cercada por edifícios históricos, ela é um ótimo lugar para observar o dia a dia dos moradores.
Para quem busca mergulhar na história da cidade, um tour guiado pelo centro é altamente recomendado, com paradas em lugares como a Casa de la Libertad, onde a Bolívia declarou sua independência.
Além disso, os museus e igrejas da cidade ajudam a contar a trajetória colonial e republicana de Sucre. Nos arredores da cidade, está uma das atrações mais curiosas: o Parque Cretáceo, localizado no sítio arqueológico de Cal Orck’o.

Esse parque preserva uma parede com milhares de pegadas de dinossauros, consideradas uma das maiores descobertas do gênero no mundo.
Além de explorar as pegadas, os visitantes podem admirar réplicas em tamanho real dos gigantes pré-históricos.
O local, mantido por uma fábrica de cimento, é acessível de táxi ou ônibus.
Uma atração perfeita para quem viaja com crianças ou para quem é fascinado pela história natural.
Já para os aventureiros e amantes da natureza, a Cratera de Maragua é uma experiência imperdível. Localizada a poucas horas de Sucre, essa formação geológica única impressiona por seu formato circular.

Além da cratera em si, o tour de um dia à Cratera de Maragua oferece uma experiência completa, incluindo uma caminhada pelo Caminho Inca de Chataquila, um antigo trajeto de pedra que revela a engenhosidade dos povos andinos.
O passeio também passa pelo povoado de Chaunaca, onde é possível conhecer a vida cotidiana das comunidades locais, e pelas enigmáticas pegadas de dinossauros de Niñu Mayu, um lembrete fascinante do passado pré-histórico da região.
Santa Cruz de la Sierra
Santa Cruz de la Sierra é muito conhecida por ser a cidade menos boliviana da Bolívia, isso por conta do seu clima tropical e de uma colonização um pouco diferente que do resto do país.
Uma boa opção é conhecer o centro histórico e fazer um tour pela cidade.
Não deixe de conhecer a Plaza 24 de Septiembre, principal ponto local.
Com mais um dia, pode-se visitar o sítio arqueológico da pequena Samaipata que está a 120 quilômetros de distância.
Lá fica o Forte de Samaipata, a maior pedra talhada do mundo e que antigamente era usado para rituais indígenas no século XIV.

Cochabamba
A cidade da eterna primavera que está a aproximadamente 2000 metros acima do mar é a terceira maior cidade do país. Uma cidade moderna, com muitos parques para se visitar e que possui a maior estátua do cristo do mundo, o Cristo de la Concordia.
Tome cuidado com o soroche a partir daqui, praticamente todas as cidades bolivianas estão acima do nível do mar e podem causar algum tipo de mal estar.
Aproveite os primeiros dias para se acostumar com a altitude e nunca recuse chá de coca.

Principais atrações
Tiwanaku
Tiwanaku é um sítio arqueológico localizado às margens do Lago Titicaca e a 72 km de La Paz.
Antes do Império Inca dominar a costa do pacífico, quem dominava a região de Bolívia, Peru e Chile era a civilização Tiwanaku.
Eles viveram na região entre 500 e 950 d.C. e construíram uma cidade chamada de Tiwanaku.
No entanto, como a civilização não possuía nenhuma forma de escrita, não se sabe muito sobre esse povo. Contudo, estudiosos acreditam que eles foram os precursores do Império Inca.As ruínas da cidade construída de pedras não são grandes, porém são interessantes, principalmente, para quem ainda não conhece Machu Picchu. Além disso, como é perto de La Paz, é possível fazer um bate e volta.
Antes do Império Inca dominar a costa do pacífico, quem dominava a região de Bolívia, Peru e Chile era a civilização Tiwanaku.
Eles viveram na região entre 500 e 950 d.C. e construíram uma cidade chamada de Tiwanaku.
No entanto, como a civilização não possuía nenhuma forma de escrita, não se sabe muito sobre esse povo. Contudo, estudiosos acreditam que eles foram os precursores do Império Inca.
Salar de Uyuni

Quando se fala em pontos turísticos da Bolívia, a maioria das pessoas lembra de um lugar: Salar do Uyuni. Esse grande deserto de sal é o lugar mais incrível da Bolívia!
Ele está localizado na parte desértica do país, próximo à Cordilheira dos Andes e distante 540 km da capital La Paz.
Não é exagero dizer que o principal motivo de visitar a Bolívia para muitos turistas é conhecer o famoso Salar de Uyuni.
No meio do deserto de sal há uma “ilha”, chamada de Ilha do Pescado, cheia de cactos gigantes que chegam a 10 metros de altura.
No período de chuvas, o Salar fica com uma pequena camada d’água que se transforma em um grande espelho d’água.
Entretanto, além do Salar há outras atrações turísticas nessa região desértica, como lagos frequentados por flamingos e interessantes paisagens.
Como o local está distante das principais cidades da Bolívia e não há estradas para chegar às principais atrações turísticas dessa região, o mais comum é visitar o local em um tour em carro 4X4.
Existe excursão de um dia ao Salar de Uyuni.
Porém, a que vale mais a pena é a excursão de 3 dias, que permite conhecer as principais atrações da região. Ambas as excursões saem da cidade de Uyuni.

Quando se fala em pontos turísticos da Bolívia, a maioria das pessoas lembra de um lugar: Salar do Uyuni. Esse grande deserto de sal é o lugar mais incrível da Bolívia!
Ele está localizado na parte desértica do país, próximo à Cordilheira dos Andes e distante 540 km da capital La Paz.
Não é exagero dizer que o principal motivo de visitar a Bolívia para muitos turistas é conhecer o famoso Salar de Uyuni.
No período de chuvas, o Salar fica com uma pequena camada d’água que se transforma em um grande espelho d’água.
Entretanto, além do Salar há outras atrações turísticas nessa região desértica, como lagos frequentados por flamingos e interessantes paisagens.
Como o local está distante das principais cidades da Bolívia e não há estradas para chegar às principais atrações turísticas dessa região, o mais comum é visitar o local em um tour em carro 4X4.
Existe excursão de um dia ao Salar de Uyuni.
Porém, a que vale mais a pena é a excursão de 3 dias, que permite conhecer as principais atrações da região. Ambas as excursões saem da cidade de Uyuni.
Estrada da Morte
Com 64 quilômetros e apenas três metros de largura, essa estrada boliviana construída por prisioneiros de guerra paraguaios depois da Guerra do Chaco (1932-1935) é considerada uma das mais perigosas do mundo. A estrada vai de La Paz, principal cidade da Bolívia, para uma região conhecida como Yungas. Com uma descida acentuada de 3,5 mil metros, partes da com apenas três metros de largura, e uma série de curvas fechadas e cantos cegos, além cachoeiras que escorrem pelas rochas. Barreiras de segurança são raras. Ao longo do trecho, mais comum, são santuários à beira da estrada: cruzes brancas, cachos de flores e fotos.

A estrada vai da principal cidade da Bolívia, para uma região conhecida como Yungas, depois do trecho inicial até o topo da montanha é apenas pista de terra.E ainda, é uma rota importante para caminhões e ônibus. No começo dos anos 2000, estimava-se que 200 a 300 pessoas morreram na estrada.A reputação macabra da estrada tornou-a uma espécie de atração turística e atrai um fluxo constante de viajantes e ciclistas.

Em 1995, o Banco Interamericano de Desenvolvimento o batizou de “o caminho mais perigoso do mundo”.A rota também é a porta de entrada para as Yungas (“terras quentes” na língua indígena de Aymara, falada por 1,7 milhão de bolivianos): regiões com ouro e a planta coca.

A estrada vai da principal cidade da Bolívia, para uma região conhecida como Yungas, depois do trecho inicial até o topo da montanha é apenas pista de terra.

Em 1995, o Banco Interamericano de Desenvolvimento o batizou de “o caminho mais perigoso do mundo”.
Huayna Potosí
Para as pessoas que gostam de trekking, na Bolívia existem ótimas opções. Uma delas é a montanha Huayna Potosí, que está a cerca de 45 quilômetros de La Paz e não exige grandes esforços para ser feita, basta somente um bom condicionamento físico e já estar habituado à altitude.
Para as pessoas que gostam de trekking, na Bolívia existem ótimas opções.
Uma delas é a montanha Huayna Potosí, que está a cerca de 45 quilômetros de La Paz e não exige grandes esforços para ser feita, basta somente um bom condicionamento físico e já estar habituado à altitude.
O pico da montanha nevada tem cerca de 6088 metros e faz parte da Cordilheira dos Andes.
Aproveite, essa é uma das poucas montanhas onde qualquer pessoa pode ir.
Copacabana é a principal cidade do entorno do Lago Titicaca na Bolívia, de onde saem os barcos que fazem a visita à Ilha do Sol, uma ilha sagrada dos Incas.
Esta localizada a 3 841 metros acima do nível do mar e a 155 quilômetros de La Paz. Faz fronteira com o Peru.

O nome deriva da expressão kota kahuana do dialeto Aymara, que significa "vista do lago".

O nome deriva da expressão kota kahuana do dialeto Aymara, que significa "vista do lago".
Em Copacabana, está a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana, padroeira do país, onde se encontra uma das imagens mais cultuadas da Virgem Maria.
No século XIX, uma réplica local da imagem de Nossa Senhora de Copacabana foi levada por comerciantes espanhóis ao Rio de Janeiro, no Brasil, onde foi criada uma pequena igreja para abrigá-la. A igreja cresceu e acabou por nomear o atual bairro de Copacabana.
★★ Lago Titicaca

O Lago Titicaca fica na fronteira entre o Peru e a Bolívia, nos Andes, a maior parte de sua área está no Peru (aprox. 56-60%), enquanto o restante pertence à Bolívia (40-44%).
Em volume de água, é o maior lago da América do Sul. É muitas vezes considerado o lago navegável mais alto do mundo, visto que sua superfície está a 3 821 metros acima do nível do mar.
Pelo menos há duas dezenas de lagos de água doce em todo o mundo, e estão em altitudes mais elevadas, mas todos são muito menores e mais rasos que o Titicaca.
O lago tem cerca de 8300 km² e situando-se a 3821 metros acima do nível do mar, tem uma profundidade média de 140 a 180 m, e máxima de 280 m.
Sua extensão e largura máximas são 190 km e 80 km, respectivamente.
Mais de 25 rios desaguam no lago, e tem 41 ilhas, algumas densamente povoadas.
Essas ilhas tornaram-se uma grande atração turística, trazendo excursões da cidade de Puno, no Peru. Outra ilha, Taquile, é outra grande atração turística, apresentando uma comunidade indígena.
O lago Titicaca é alimentado pela água das chuvas e pelo degelo das geleiras que rodeiam o altiplano.
É um lago de água doce, pois não é o destino final da bacia endorreica na qual está inserido, pois tem como vertedouro o rio Desaguadero, que corre para o sul através da Bolívia.
A origem do nome Titicaca é desconhecida; foi traduzido como "Pedra do Puma", combinando palavras da língua local Quíchua e Aimará.
Localmente, o lago é conhecido sob diversos nomes. Como a parte sudeste do lago é separada do resto do lago pelo estreito de Tiquina, os bolivianos chamam essa pequena parte de Lago Huinaymarca e a parte maior de Lago Chucuito.
No Peru, essas partes pequena e grande são conhecidas como Lago Pequeño e Lago Grande, respectivamente.
Comida Boliviana
Comida na Bolívia varia dependendo da região.
Alimentos das regiões montanhosas mais altas contêm muitas especiarias, enquanto pratos nas terras baixas e região da Amazônia da Bolívia tendem a ser composta de mandioca, peixe, legumes e frutas.
Os pratos típicos da Bolívia incluem papas rellenas (bolas de purê de batata recheadas com ovo cozido ou queijo), salteñas (massa assada e cheia de carne, legumes, ovos, azeitonas e um molho ligeiramente picante) e pique a lo macho (pedaços de carne, salsicha, cebolas, pimentas picantes, ovos cozidos e batatas fritas).


Campings
Ecolodge Copacabana
Refúgio ecológico com belas vistas, café da manhã incluso e área para fogueira sob as estrelas.
Excelente lugar, muito limpo, com cabanas bonitas e aconchegantes, localizado às margens do Lago Titicaca com uma vista deslumbrante. 
Há bastante espaço para acampar e para quem viaja com trailer, os banheiros são muito limpos e há uma sala de jogos aconchegante, perfeita para se aquecer.

Há bastante espaço para acampar e para quem viaja com trailer, os banheiros são muito limpos e há uma sala de jogos aconchegante, perfeita para se aquecer.
O café da manhã é excelente e há uma fogueira para passar uma noite agradável com amigos ou família sob as estrelas.
É um lugar ecológico e muito tranquilo; você definitivamente deveria conhecer.
Samaipata - The Jardin
Três belos pequenos hostels ecológicos - os quartos são superbonitos, a cozinha está disponível para os hóspedes, para maior transparência com o gerente.
O hostel oferece três ambientes confortáveis e três tranquilos para uma boa noite de sono - o preço é razoável.
Curiosidades da Bolívia
- O Titicaca, entre a Bolívia e o Peru, é considerado o lago navegável mais alto do mundo.
- A coca é uma planta muito comum da Bolívia; é utilizada para combater o soroche, considerado o mal da altitude.
- A Bolívia conta, além do espanhol, com diversas outras línguas indígenas, faladas por populações tradicionais do país, como quéchua, aymara e guaraní.
- As cholitas são as mulheres indígenas bolivianas que utilizam roupas típicas rodadas e cabelos de duas tranças.
- O maior deserto de sal do mundo, chamado de Uyuni, está localizado na Bolívia; |é o principal ponto turístico do país.
- A Bolívia já teve acesso para o oceano Pacífico, porém, devido a conflitos com países vizinhos, ela perdeu o seu litoral.




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