O Coração da Amazônia
O Pará é o segundo maior estado brasileiro em extensão territorial, localizado na Região Norte.
Famoso por sua rica biodiversidade amazônica e forte herança cultural (como o carimbó e a culinária com açaí e tucupi), tem a cidade de Belém como sua capital.

No Pará, o ecoturismo e o turismo de aventura transformam cada roteiro em uma experiência inesquecível.
Trilhas, rios e florestas se abrem como caminhos de descoberta, conectando o visitante à grandiosidade da Amazônia.
Como chegar
Pela BR-316 e BR-010: asfalto recapeado e liso. Depois de Santa Isabel do Pará, a BR-010 recebe o tráfego intenso da Belém-Brasília.
De Belém, a balsa leva 3h30 até a Ilha de Marajó. Evite ir nos meses de novembro a maio, por causa das chuvas.

O que ver
A Trilha Amazônia Atlântica, no litoral paraense, é um dos destaques: entre manguezais, restingas e florestas, revela a força da biodiversidade e a beleza única do encontro entre terra e mar.
Em Belém, os parques urbanos como o Mangal das Garças e o Parque Estadual do Utinga oferecem vivências que unem natureza e lazer.
Trilhas para caminhada e bicicleta, mirantes e áreas de contemplação permitem observar a rica fauna e flora amazônicas em pleno coração da capital.
Já nas ilhas e áreas de mata, o turismo de observação de aves encanta viajantes do mundo todo, revelando espécies raras em cenários que parecem pintados à mão.

Para os que buscam aventura, o Pará reserva experiências intensas: canoagem em igarapés, passeios de barco por rios imensos e trilhas que levam a cachoeiras escondidas no interior da floresta.
Cada atividade é um convite à emoção, à superação e ao contato profundo com a natureza.
Mais do que explorar paisagens, o visitante vivencia a Amazônia em sua essência, tornando o Pará um destino imperdível para quem deseja sentir, se aventurar e se encantar.
Museu Emílio Goeldi
É uma instituição museológica e científica pública e um parque zoobotânico brasileiro, fundada em 1866 pelo naturalista Domingos Soares Ferreira Penna, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia do Governo Federal.
É o primeiro parque zoobotânico do Brasil, a mais antiga instituição científica da Amazônia e o segundo museu de história natural brasileiro.
Possui ainda o primeiro aquário público do país, o terceiro herbário mais antigo do Brasil e o primeiro da Amazônia, além de manter um dos primeiros periódicos científicos brasileiros, também foi a primeira instituição de pesquisa da América do Sul a ser dirigira por uma mulher, a ornitóloga e naturalista alemã Emile Snethlage. 
Também é reconhecido internacionalmente pela divulgação de conhecimentos, organização e manutenção de arquivos de referência mundial sobre a região.

Também é reconhecido internacionalmente pela divulgação de conhecimentos, organização e manutenção de arquivos de referência mundial sobre a região.
Seu patrimônio reúne acervos de conhecimentos nas áreas das Ciências Humanas e Naturais relacionados à Amazônia, além de promover de forma centenária a pesquisa e divulgação científica em diferentes campos do saber.
É a mais antiga instituição na região amazônica e reconhecido mundialmente como uma das mais importantes instituições de investigação científica sobre a Amazônia brasileira.
Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi

É um importante centro de pesquisa, conservação e educação, faz parte do Museu Paraense Emílio Goeldi, uma das instituições científicas mais antigas e prestigiadas do país, dedicada ao estudo da biodiversidade e das culturas da região amazônica.
A área do parque fundada em 1895, é considerado o primeiro parque zoobotânico do Brasil.
Abriga uma rica diversidade de espécies da fauna e flora amazônica.
Entre os animais, é possível encontrar uma variedade de aves, mamíferos, répteis e anfíbios, incluindo araras, tucanos, macacos, preguiças, jacarés e tartarugas.
Muitos desses animais são nativos da região amazônica e alguns estão ameaçados de extinção, sendo mantidos em programas de conservação e reprodução no parque.

É um importante centro de pesquisa, conservação e educação, faz parte do Museu Paraense Emílio Goeldi, uma das instituições científicas mais antigas e prestigiadas do país, dedicada ao estudo da biodiversidade e das culturas da região amazônica.
A área do parque fundada em 1895, é considerado o primeiro parque zoobotânico do Brasil.
Abriga uma rica diversidade de espécies da fauna e flora amazônica.

Entre os animais, é possível encontrar uma variedade de aves, mamíferos, répteis e anfíbios, incluindo araras, tucanos, macacos, preguiças, jacarés e tartarugas.
Muitos desses animais são nativos da região amazônica e alguns estão ameaçados de extinção, sendo mantidos em programas de conservação e reprodução no parque.
Mercado Ver-o-Peso
É um mercado público, feira-livre, zona portuária de pequeno porte, substituindo a "Casa de Haver-o-Peso", situado na cidade paraense no bairro da Campina, às margens da baía do Guajará, ao lado da Estação das Docas.

É considerado um dos mercados públicos mais antigos do País, foi eleito uma das maravilhas do estado do Pará e uma das 7 Maravilhas do Brasil.
Ponto turístico, cultural e econômico da cidade de Belém, formado pelo Mercado de Ferro, Praça do Pescador, Doca das embarcações (1803, e feira do peixe), Pedra do Peixe e, pela feira-livre (considerado a maior da América Latina) que abastece a cidade com variados gêneros: vestuário, ervas medicinais, alimentícios (como peixe e carne) vindos das ilhas circunvizinhas (área insular) da capital e dos municípios do interior, fornecidos por via fluvial.
Ilha de Cotijuba
É uma área de proteção ambiental (APA) localizada na ilha homônima, a terceira maior das 42 ilhas que integram a região insular do município de Belém.
Localizada a 22 km ao norte da cidade, o acesso à ilha é somente por meio de embarcações que saem do distrito de Icoaraci.

Localizada a 22 km ao norte da cidade, o acesso à ilha é somente por meio de embarcações que saem do distrito de Icoaraci.
Em 1990, através de Lei Municipal a ilha foi transformada em Área de Proteção Ambiental, obrigando a preservação de seus ecossistemas.
Possui uma área de cerca de 60 km² e uma costa com 20 km de praias, com algumas pouco exploradas. As mais famosas são: Praia do Vai-Quem-Quer, Praia do Farol e Praia do Amor, que possuem boa infraestrutura, como: bares, restaurantes e pousadas.
Belém
A capital do estado
A principal cidade do Pará é Belém, a capital do estado, também conhecida como cidade das mangueiras.
Belém foi fundada em 12 de janeiro de 1616, com objetivo de servir como porto fluvial.
A fundação ocorreu após a expulsão dos franceses de São Luís, capital do Maranhão.
Com a fundação de Belém, os colonizadores portugueses armaram uma estratégia para defender a região de novas invasões.
A economia de Belém é baseada na oferta de serviços e no comércio.
A atividade agrícola é destacada pela produção de arroz, cacau, dendê, feijão, mandioca e milho.
Entre igrejas coloniais, mercados vibrantes como o Ver-o-Peso e a gastronomia paraense única, a cidade oferece experiências autênticas.
No Círio de Nazaré, fé e emoção transformam Belém em destino inesquecível.
Belém, um bairro vibrante em Lisboa, Portugal, é conhecido não só pela sua rica história e monumentos culturais, mas também por oferecer uma variedade de opções de caminhadas deslumbrantes.
Situada junto ao estuário do rio Tejo e próxima de espaços verdes exuberantes, Belém serve como ponto de partida ideal tanto para caminhantes ocasionais como para trilheiros experientes.
Quer procure um passeio tranquilo ou um terreno mais desafiante, encontrará muitos percursos que se adequam às suas preferências.
Mangal das Garças
Inaugurado em 2005, está localizado às margens do rio Guamá, em pleno centro histórico de Belém do Pará, no entorno do Arsenal da Marinha.
O parque ecológico é resultado da revitalização de uma área de 40.000 m², uma síntese do ambiente amazônico no coração da capital paraense.
As matas de várzea, os animais da região e mais de trezentas espécies de árvores nativas estão presentes no espaço.

O que fazer em Belém
Em Belém, você descobrirá diversas áreas pitorescas perfeitas para desfrutar do ar livre.
Um local popular é o Jardim Botânico Tropical, que conta com trilhas bem cuidadas que serpenteiam entre plantas exóticas de várias regiões do mundo.
Este jardim botânico não só exibe uma flora impressionante, como também oferece recantos tranquilos, ideais para um piquenique após a caminhada.
Além disso, a uma curta distância fica a Praia de Algés, onde trilhas costeiras oferecem vistas deslumbrantes do Oceano Atlântico, permitindo que você respire o ar fresco do mar durante a caminhada.
Parque da Cidade em Belém

Para quem busca excursões mais aventureiras sem se afastar muito das comodidades urbanas, o Parque da Cidade é uma ótima opção — um parque extenso com inúmeras trilhas interligadas, projetadas especialmente para famílias e indivíduos de todos os níveis de condicionamento físico.

Para quem busca excursões mais aventureiras sem se afastar muito das comodidades urbanas, o Parque da Cidade é uma ótima opção — um parque extenso com inúmeras trilhas interligadas, projetadas especialmente para famílias e indivíduos de todos os níveis de condicionamento físico.
Lá, você pode explorar charmosas áreas arborizadas repletas de vida selvagem, enquanto participa de atividades ao ar livre como observação de pássaros ou simplesmente aprecia a beleza da natureza a pé.
Trilha do Macaco
A mais conhecida das rotas dentro do Parque Estadual Ambiental do Utinga, a Trilha do Macaco é um percurso considerado fácil, mas que reserva muitas atrações para todos.
Por ser a trilha mais conhecida do Parque Estadual Ambiental do Utinga, a Trilha do Macaco é também a mais usada pelos visitantes.
O trajeto dura, em média, 40 minutos e tem seu início na Clareira do Macaco, próximo ao lago Bolonha, e o final é perto do Centro de Visitação, com acesso ao lago Água Preta.
A trilha é programada para um público a partir de 15 anos.
Dentre as espécies florestais encontradas, destacam-se a Embaúba, Escada de Jabuti, Mumbaca, Quarubatinga e outros exemplares da Amazônia.
A Trilha Amazônia Atlântica
Conecta Belém à Serra do Piriá, atravessando 17 municípios e áreas protegidas, oferecendo natureza, cultura, extrativismo e experiências únicas.
A Trilha Amazônia Atlântica integra a Rede Brasileira de Trilhas e conecta Belém à Serra do Piriá, percorrendo 17 municípios e três Regiões de Integração.
Ao longo do caminho, o visitante vivencia a essência amazônica por meio do contato com comunidades tradicionais, extrativistas e quilombolas, além de desfrutar de paisagens que incluem igarapés cristalinos, manguezais preservados, rios e áreas de floresta.
A trilha se integra a unidades de conservação, territórios quilombolas e a segmentos da Trilha Nacional Oiapoque–Chuí, com potencial de alcançar futuramente os Lençóis Maranhenses.

Pensada para proporcionar experiências culturais, esportivas e ambientais, a Trilha pode ser percorrida a pé, de bicicleta ou a cavalo, em um único percurso ou dividido por trechos de cerca de 65 km cada. Apesar de bem sinalizada e com arquivos de navegação disponíveis, recomenda-se a contratação de guias locais.

Pensada para proporcionar experiências culturais, esportivas e ambientais, a Trilha pode ser percorrida a pé, de bicicleta ou a cavalo, em um único percurso ou dividido por trechos de cerca de 65 km cada. Apesar de bem sinalizada e com arquivos de navegação disponíveis, recomenda-se a contratação de guias locais.
O percurso exige preparo moderado, atenção a cruzamentos rodoviários e cuidado com a exposição ao sol, mas oferece banhos revigorantes em igarapés, vivências autênticas nas comunidades e a oportunidade de conhecer a rica biodiversidade amazônica.
★★★ Ilha de Marajó
Belém 6 horas de barco, Salvaterra 5.Cercada pelos rios Amazonas e Tocantins e pelo Oceano Atlântico, é a maior ilha fluviomarinha do mundo.
Há várias praias com dunas de areias claras e fofas, apresentações de danças folclóricas, como carimbó e lundu, e restaurantes de comidas típicas.
A viagem para Cachoeira do Arari, onde fica o Museu do Marajó, proporciona a visão completa do horizonte em qualquer ângulo que se olhe, graças ao relevo plano.
Nas fazendas do interior da ilha é possível se hospedar e acompanhar o dia-dia dos trabalhos.
Os seus 49 602 km² abrigam uma rica fauna e a maior manada de búfalos do país.
Os seus 49 602 km² abrigam uma rica fauna e a maior manada de búfalos do país.
Selvagem e pouco conhecida, este paraíso ecológico é dominado por poucas e grandes fazendas.
A ilha tem 2 tipos de terrenos: no lado leste há uma planície de 23 000 km², coberta por vegetação do tipo savana.
A ilha tem 2 tipos de terrenos: no lado leste há uma planície de 23 000 km², coberta por vegetação do tipo savana.
A oeste, numa área de 26 500 km², predominam densas florestas.
Algumas fazendas localizadas no interior da ilha estão preparadas para receber grupos de turistas e levá-los para passeios. Todas dispõe de luz elétrica e água encanada.
Salvaterra
É um município brasileiro da ilha de Marajó (estado do Pará), pertencente a Região Geográfica de Soure-Salvaterra (Região Geográfica de Breves) na Região Norte do Brasil.
É uma das principais entradas do Marajó, através do porto de Camará, localizado no extremo sul do município, na foz do Rio Camará.
Búfalos em Salvaterra

Salvaterra era, desde 1901, distrito de Soure e apenas em 1961 foi elevada à categoria de município, sendo conhecida desde então como a Princesa do Marajó.
Conta-se hoje que o nome da cidade foi criado quando ao explorar o território da ilha e ver seus encantos, os jesuítas gritaram: "Salve Terra".
Soure
◬10 m. É um município brasileiro localizado na zona fisiográfica da Ilha de Marajó, é a capital da Ilha, que tem pouco mais de 24 mil habitantes e as principais atrações turísticas de todo o arquipélago.

O atual município de Soure, primitivamente era uma aldeia dos índios Muruanazes, onde na época colonial do Brasil residiram alguns missionários.

O atual município de Soure, primitivamente era uma aldeia dos índios Muruanazes, onde na época colonial do Brasil residiram alguns missionários.
O município de Soure pertence à região geográfica de Soure-Salvaterra (antiga Microrregião do Arari).
Barcarena
Barcarena é um município do estado do Pará, situado na Região Metropolitana de Belém.
A cidade está localizada a cerca de 15 km de Belém.
É conhecida por suas belas praias de água doce, rios e igarapés.
As principais atrações são as praias (com certeza), destaque para a Praia do Caripi, Praia de Sirituba, Praia do Conde e Praia de Itupanema.
As piscinas naturais e as 11 praias da Ilha de Trambioca são excelentes opções de ecoturismo.
É uma praia fluvial, ao lado de morros, numa enseada, próximo a uma complexo industrial, que a polui com óleo. Em forma de ferradura, tem estreita faixa de areia clara e fina com mato, onde é possível acampar.
Praia do Conde

★★ Parque Estadual do Utinga
O Parque Estadual do Utinga Camilo Vianna, ou simplesmente Parque do Utinga, é uma unidade de conservação brasileira de nível estadual de Proteção Integral, situado na Região Metropolitana de Belém, criado em 1993 e administrado pelo instituto Ideflor-bio, com o objetivo de preservar ecossistemas naturais de relevância ecológica e beleza cênica, estimular a realização de pesquisas científicas e, incentivar o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, incluindo o turismo ecológico.Para quem deseja um passeio mais leve ou prefere experimentar uma boa trilha em meio à vegetação amazônica, o Parque Estadual do Utinga é um oásis verde em meio à região metropolitana de Belém. Unidade de conservação ambiental, o parque permite ter contato íntimo com as belezas naturais da Região Amazônica sem precisar sair da cidade.
O Parque do Utinga é considerado a unidade símbolo da diversidade biológica presente na Região Amazônica.
Existem percursos a pé em meio à mata por uma das oito trilhas para caminhadas que podem ser acompanhadas de guia com agendamento prévio, passeios de bicicleta pelas excelentes ciclovias, prática de stand up padle e canoagem nos lagos, além de ótimos locais para caminhada e corrida.
As trilhas são escolhidas conforme o perfil do grupo interessado, a faixa etária dos integrantes e o objetivo da visita.
Cada trilha tem tamanhos, percursos e nível de dificuldades diferentes.
Existem também esculturas para serem apreciadas e uma boa infraestrutura com banheiros e restaurantes.
Santarém
Porto fluvial.
◬51 m. Belém 50 horas de barco, Itaituba 371, Altamira 629, Marabá 1 087.

Em Santarém não há áreas de camping estruturado (só selvagem) uns poucos hotéis e algumas pousadas. Você encontra um camping somente na Capital do Estado, próximo ao centro. Mesmo assim, algumas áreas podem ser quase selvagens.
Festa do Sairé - O festival folclórico conhecido como Festa do Sairé é o mais importante do município de Santarém.
◬51 m. Belém 50 horas de barco, Itaituba 371, Altamira 629, Marabá 1 087.
É uma típica cidade amazônica, banhada pelos rios Tapajós, de águas azuladas, e o barrento Amazonas. Apresenta florestas, igapós (matas inundadas), muitos lagos e igarapés, tudo a poucos minutos do Centro.
Na Vila de Alter do Chão formam-se, na época da vazante (de julho a dezembro), praias fluviais.
No Museu do Índio podem ser vistos o artesanato de várias tribos e a cerâmica tapajônica.

Santarém foi fundada pelo Padre João Felipe Bettendorff, sob o nome de "Aldeia dos Tapajós", após foi elevada à categoria de vila pelo governador da província do Grão Pará, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, recebendo então o nome de Santarém em homenagem a cidade portuguesa de mesmo nome. Santarém foi elevada à categoria de cidade, em 24 de outubro de 1948 em consequência de seu notável desenvolvimento.

Santarém foi fundada pelo Padre João Felipe Bettendorff, sob o nome de "Aldeia dos Tapajós", após foi elevada à categoria de vila pelo governador da província do Grão Pará, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, recebendo então o nome de Santarém em homenagem a cidade portuguesa de mesmo nome. Santarém foi elevada à categoria de cidade, em 24 de outubro de 1948 em consequência de seu notável desenvolvimento.
Situa-se na junção dos rios Tapajós e Amazonas. Com a decadência da mineração no Estado, as atividades econômicas marcantes são a pesca e o turismo.

Em Santarém não há áreas de camping estruturado (só selvagem) uns poucos hotéis e algumas pousadas. Você encontra um camping somente na Capital do Estado, próximo ao centro. Mesmo assim, algumas áreas podem ser quase selvagens.
Pousada Camping ABC - Trav. Elias Saraiva - Vila do Algodoal, Algodoal - PA: área para camping próximo Praia da Caixa D'água.


★ Alter do Chão (Santarém)
Alter do Chão é um dos distritos administrativos do município de Santarém, localizado na margem direita do Rio Tapajós, dista do centro da cidade cerca de 37 km através da rodovia Everaldo Martins PA-457.
É o principal ponto turístico de Santarém, pois abriga a mais bonita praia de água doce do mundo! segundo o jornal inglês The Guardian, ficando conhecida popularmente como "Caribe Brasileiro".
É o principal ponto turístico de Santarém, pois abriga a mais bonita praia de água doce do mundo! segundo o jornal inglês The Guardian, ficando conhecida popularmente como "Caribe Brasileiro".
Nas margens do rio Tapajós e do Lago Verde, em Alter do Chão, existem diversas praias.
A mais famosa delas é a praia de mesmo nome do distrito, localizada em uma península com terrenos arenosos e inundáveis, é também conhecida como "Ilha do Amor".
Alter do Chão também é a porta de entrada para outros balneários, como, por exemplo Pindobal e Porto Novo, em Belterra, e Ponta de Pedras, em Santarém.
Alter do Chão também é a porta de entrada para outros balneários, como, por exemplo Pindobal e Porto Novo, em Belterra, e Ponta de Pedras, em Santarém.
Festa do Sairé - O festival folclórico conhecido como Festa do Sairé é o mais importante do município de Santarém.
Durante o período de festejos, ocorre o sincretismo entre rituais religiosos, ligados ao catolicismo, e profanos, este último de origem indígena e enraizado entre os atuais habitantes.
Lendas regionais, como a do boto amazônico, também são representadas.
Ilha do Amor
Ponta de areia branca banhada pelas águas cristalinas e esverdeadas do Rio Tapajós, a Ilha do Amor em Alter do Chão já foi considerada uma das 10 praias mais bonitas do Brasil.
Alter do Chão ganhou reconhecimento internacional em 2009, quando o jornal inglês The Guardian a colocou a Ilha do Amor entre as dez mais belas praias do Brasil.
Não foi por acaso que Alter do Chão ganhou o apelido de Caribe Amazônico, com águas doces, quentes e em tons esverdeados, além de areias branquinhas.


A Ilha do Amor é o principal destino dos turistas que chegam a Alter do Chão e para chegar lá é preciso passar por um pequeno trecho de água.
A Lenda: Uma lenda local diz que os casais que pularem juntos na água de mãos dadas e escreverem seus nomes na areia da praia nunca mais se separam.
Apesar do nome, a “ilha”, na verdade, é uma ponta de areia ligada ao continente, onde de um lado está o Lago Verde e do outro o Rio Tapajós.
Especialmente interessante para quem gosta de praia com infraestrutura, a praia é repleta de quiosques e serviços, como o aluguel de caiaques.
Para sair do movimento, basta caminhar por alguns minutos e a praia já estará deserta.
Marudá
É um distrito e a principal praia turística do município de Marapanim, no estado do Pará.
Fica a cerca de 151 km da capital Belém (aproximadamente 2 horas e meia de carro) e é o principal ponto de partida de barco para a famosa Ilha de Algodoal.
Sua praia tem extensão de cerca de 1200 metros, e é bastante frequentada. É a praia que tem a melhor infra-estrutura na região.

Praia do Crispim
Considerada a mais bonita e famosa.
Localizada numa enseada a 8 km de Marudá com acesso de barco ou de carro, por estrada asfaltada.
Destaca-se pelas belas dunas, cajueiros e pelo encontro das águas.
É muito procurada por famílias e aventureiros que buscam um cenário mais rústico e paradisíaco.
No verão venta muito e as ondas são fortes.
◬45 m. Belém 168, Castanhal 91, Marudá 184, Marabá 822, São Luís 828.
Vilarejo situado na Ilha de Maiandeua, com charretes nas ruas de terra, casas de madeira e choupanas de barro e palha. Luz, só de geradores.
Vilarejo situado na Ilha de Maiandeua, com charretes nas ruas de terra, casas de madeira e choupanas de barro e palha. Luz, só de geradores.
O mar agitado impede a passagem de balsas e a presença de automóveis na ilha.
Areias alvas como algodão, como o nome sugere.
O acesso é feito por barco, a partir de Marudá (40') ou de Maracanã (2h).

A Praia da Vila do Algodoal é a mais procurada por surfistas. Em forma de ferradura, tem areia grossa e clara formando dunas.
Pode-se acampar na praia da Vila do Algodoal
Bragança
Conhecida como “Pérola do Caeté”, a charmosa cidade do nordeste paraense encanta com praias como Ajuruteua, manguezais e casarões históricos.
A cidade é uma das mais procuradas do Estado no período de julho (férias escolares), devido a grande quantidade de balneários, igarapés e a sua famosa Praia de Ajuruteua conhecida por ser uma das mais extensas do Estado, também por possuir em maré baixa uma extensa faixa de areia.
Outras atrações procuradas são a Vila dos Pescadores, praia do Pilão, Praia Chavascal e Ilha do Canela.

A tradicional festa de São Benedito e a saborosa culinária com peixe frito, açaí e caranguejo tornam o destino uma experiência única de cultura, fé e natureza amazônica.
Um dos destinos mais encantadores do Pará, Bragança reúne história, cultura e belezas naturais em um só lugar. Fundada no período colonial, a cidade preserva casarões, igrejas centenárias e tradições que revelam sua forte identidade cultural.
Passear por suas ruas é mergulhar em um cenário que combina charme histórico e a hospitalidade típica bragantina.

Entre as principais atrações, destaca-se a imponente Igreja de São Benedito, palco da tradicional Marujada, manifestação cultural e religiosa que emociona moradores e visitantes.
As praias de água doce, como Ajuruteua, encantam com suas paisagens paradisíacas, ideais para quem busca tranquilidade, contato com a natureza e momentos inesquecíveis à beira-mar.
Bragança também é conhecida por suas festas populares, que unem fé, música e dança em celebrações vibrantes, além de oferecer uma rica gastronomia baseada em frutos do mar e sabores amazônicos.
Com sua mistura única de cultura, devoção e natureza, a cidade se consolida como um destino imperdível no Pará, convidando o visitante a viver experiências autênticas e memoráveis.
Praia de Ajuruteua
Considerada uma das mais belas do litoral da Amazônia, a praia com o nome “Ajuruteua” tem origem na junção de “ajiru”, fruto típico da região, com a expressão indígena “teua”, que significa “abundância, significando local onde tem muitos ajirus.

Com cerca de 3 km de extensão e até 800 m de largura na maré baixa, Ajuruteua revela um cenário de areia fina e branca e águas claras margeadas por dunas e vegetação de mangue.

Com cerca de 3 km de extensão e até 800 m de largura na maré baixa, Ajuruteua revela um cenário de areia fina e branca e águas claras margeadas por dunas e vegetação de mangue.
No local, os visitantes encontram estrutura turística composta por bares, restaurantes e pousadas, que oferecem conforto e boa gastronomia regional à beira-mar.
Um destino que combina beleza natural, serviços acolhedores e o charme de uma vila que preserva sua identidade amazônica.
Camping Chácara do tio gordo - Endereço: X58V+75 - Chácara Caeté, Bragança - PA. Com toda infraestrutura para camping.


Círio de Nazaré - Festa religiosa
O Círio de Nazaré é uma manifestação religiosa católica, herdada dos colonizadores portugueses, marcada por procissões (romarias) em devoção a Maria de Nazaré, que ocorre na cidade brasileira de Belém (estado do Pará), celebrado anualmente desde 1793, no segundo domingo de outubro, reunindo cerca de dois milhões de pessoas.

O Círio é a maior manifestação católica do Brasil — e um dos maiores eventos do mundo — reunindo mais de dois milhões de pessoas em uma só manhã. Sendo, em 2004, reconhecido como patrimônio cultural imaterial pelo Iphan e, em dezembro de 2013, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.
Gastronomia
A gastronomia do Pará é uma viagem de sentidos que conecta visitantes à alma amazônica por meio de sabores autênticos e inesquecíveis.
Em cada prato, revela-se a fusão entre tradição indígena, influência ribeirinha e criatividade paraense.
O tacacá, servido em cuias fumegantes nas esquinas de Belém, aquece o corpo e emociona a alma; já a maniçoba, preparada durante dias, traduz o cuidado e o afeto que marcam a cozinha regional.
É impossível não se encantar com a diversidade de peixes amazônicos — como tambaqui, pirarucu e filhote — que chegam frescos à mesa e refletem a riqueza dos rios que moldam a vida no estado.
Pato no Tucupi

A forte influência indígena deu origem a pratos típicos como pato no tucupi, tacacá, maniçoba, tucunaré cozido e caruru, normalmente acompanhados de jambu e farinha d’água, além de delícias como o famoso açaí.
Tacacá
Os elementos locais formam a base dos pratos e também das sobremesas, enriquecendo a mesa paraense.
Onde comer
Point do Açaí
Um dos melhores restaurantes de Belém, onde se come um dos mais deliciosos peixes. O clássico: filhote com açaí, acompanhado de arroz, farofinha de mandioca na manteiga e vinagrete. Perto da Estação das Docas, na Avenida Boulevard Castilho França, 744, Campina.
Estação das Docas
A Estação das Docas não é um restaurante em si, mas um lugar onde funcionam vários restaurantes, bares, lojinhas e espaços para eventos. Há mesas no calçadão, com vista para a baía da capital, superagradável. É um dos melhores lugares onde comer em Belém do Pará.
Sorveteria Cairu
A mais famosa da cidade tem dezenas de sabores, desde os tradicionais às frutas mais regionais e exóticas. Sorvete de cupuaçu com castanha e o de bacuri. Há unidades em vários bairros de Belém. Inclusive na Estação das Docas.
Remanso do Peixe
Servem pratos regionais com receitas mais tradicionais. O lugar é simples, pois era uma casa de família. Isca de filhote frita de entrada. Prato principal, moqueca de filhote com camarão, pirão, arroz e farofa. Fica no Conj. Célso Malcher, 64, no bairro Marco, numa vila meio escondida.
Tacacá da Dona Maria
O carrinho de tacacá mais famoso de Belém é o da Dona Maria e fica parado diariamente das 16h às 20h na Avenida Nazaré, em frente ao número 902, perto da Basílica de Nazaré.
Ver o Peso
Localizado na Boulevard Castilhos França, Campina, o Ver o Peso na verdade é um mercado bem simples e até meio sujinho, para vender legumes, frutas, carne, e até artesanato. Na barraca do Leão, serve no almoçou filhote frito com arroz, feijão, macarrão, farofa e uma saladinha. É bem servido e o preço é ok!
Atenção: O blog Camping Natural não se responsabiliza por alterações realizadas pelos estabelecimentos (infra-estrutura, roteiro, etc.) após o fechamento desta postagem.








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